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Os Caminhoneiros e o Liberalismo

Por Redação |
| Tempo de leitura: 2 min

Continuo minha saga pela disseminação do Liberalismo pelos exemplos. Todos estão cansados de saber que o Brasil é dependente de transporte rodoviário para trânsito de riquezas pelos quatro cantos do país. Obviamente, que um gestor público tendo ciência disso, se arvora de ideias de “organizar” tal setor “estratégico” e com isso apresenta medidas que facilmente se vê esquecendo-se dos resultados de tais medidas, que não tão facilmente se vê.

Prova disso começa nos governos do PT que liberaram crédito fácil para aquisição de caminhões. Com tal medida, fizeram felizes caminhoneiros e fabricantes de caminhões. Todos puderam se tornar patrões e começar seus negócios “graças” a benevolência do Estado (o que se vê).

No entanto, com o maior número de caminhões circulando, a oferta deste serviço se viu abundante e o livre mercado, colocou ordem na casa! O valor dos fretes caiu ao preço de custo, levando os caminhoneiros a cobrarem o mínimo possível para sobreviverem. Muitos deixaram de pagar seus empréstimos com os bancos e perderam tudo o que tinham e ficaram ainda com uma dívida que os impede de começar novos negócios.

O Estado acabou por criar uma armadilha mercadológica para esses brasileiros que no afã de serem seus próprios patrões acabaram na bancarrota. O que não se vê com clareza é o culpado disso, única e exclusivamente, o Estado. As pessoas veem o Estado como uma entidade boazinha que tenta acertar, mas que o Livre Mercado não deixa, quando na verdade, o livre mercado somos todos nós clientes, que escolhemos sempre o melhor produto pelo menor preço.

Toda intromissão artificial no mercado leva a coisas “boas” num momento breve, porém traz consequências sempre muito maiores pro mal no futuro mais breve ou não. Este foi o fato criticado por nós liberais quando nesta última semana o presidente Bolsonaro tentou intervir no preço do Diesel para agradar os caminhoneiros. O presidente eleito por uma grande base Liberal de projetos para consertar o Brasil não pode tomar medidas populistas que agradam momentaneamente e acabam com o país na sequencia! Por isso gritamos #socorropauloguedes

Rodrigo Andolfato é membro do Ilan

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