O massacre de Suzano, na grande São Paulo, aconteceu na quarta-feira (13) e abriu um questionamento sobre a situação de adolescentes ao redor do mundo. Comparado ao massacre de Columbine, que aconteceu no dia 20 de abril de 1999 em uma escola dos Estados Unidos e até mesmo encenado pelos atiradores de Suzano, casos como esses levam os adolescentes, crianças e professores envolvidos a consequências psicológicas que precisam de atenção.
O massacre de Columbine é um dos mais marcantes da lista de chacinas dos Estados Unidos. Os atiradores de 17 e 18 anos eram ex-alunos do colégio e no ataque, mataram 12 alunos e um professor. Em seguida, eles se suicidaram.
A dupla de atiradores de Suzano, Guilherme Taucci Monteiro de 17 anos e Luiz Henrique de Castro de 25, ambos ex-alunos do colégio, mataram cinco estudantes e duas funcionárias da escola. Antes do ataque, em um comércio próximo da escola, os dois assassinaram o tio de Guilherme. Após o massacre, Monteiro atirou contra o comparsa e em seguida tirou a própria vida. Em entrevista para a Record, um dos melhores amigos de Guilherme contou que o jovem exaltava a história de Columbine. Ele chegou a mandar mensagem para ele quando soube do tiroteio. "Aí, seu sonho se realizando", disse. Quando Guilherme não respondeu, ele pensou na hora que era ele o autor dos disparos. "Ele não respondeu e eu já pensei, nossa deve ser ele", acrescentou.
Fale com o Folha da Região!
Tem alguma sugestão de pauta ou quer apontar uma correção?
Clique aqui e fale com nossos repórteres.