"Assim como Jesus Cristo é o mesmo de hoje, ontem e sempre, Ele nos assegurou isso na palavra, a gente pode dizer que a Igreja, que é o corpo de Cristo, também permanece a mesma, pois ela traz as verdades de Jesus. Acontece que abordagem, a maneira pedagógica de fazer chegar a verdade de Cristo para o homem, isso sim mudou, pois a Igreja vai se adaptando a sua maneira de levar a verdade", diz o padre Luiz Henrique dos Santos Carreira, da Paróquia São Benedito e São Cristóvão, em Birigui sobre a abertura da Igreja Católica nos últimos anos.
Segundo ele, a modernidade dos tempos faz com que igreja tenha que se adaptar ao método de levar a mensagem de Cristo, mas não que a Igreja Católica Apostólica Romana tenha mudado, sendo que sempre vai levar a verdade de Jesus, mas ao longo dos anos, ela teve que mudar a abordagem de como levar essa mensagem.
Ele diz que em 10, 20 anos a Igreja muda, mas é a partir de 1962, com o Concílio Vaticano II, convocado pelo Papa João XXIII, morto em 1963, que houve a grande motivação para a abertura de Igreja, promovendo o diálogo entre a Igreja e todas as pessoas. "A Igreja que, antes do Concílio Vaticano II, era chamada algumas vezes por muitos críticos como uma igreja que estava fechada em si mesmo, mas, na verdade, a metodologia era ela olhar para si própria e tentar proteger e salvaguardar o depósito da fé, mas com a reta intenção de guardar, preservar aquilo que é genuíno da mensagem cristã", destaca.
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