Quando foi publicado o primeiro aviso de licitação para contratar a empresa para fazer a reforma e ampliação do prédio do antigo plantão policial, em junho de 2015, o investimento inicial previsto era de R$ 5,5 milhões. O projeto manteve a fachada original do imóvel, que foi construído na década de 1950 e considerado um patrimônio para a cidade.
Porém, uma empresa participante do certame contestou o edital, que precisou ser readequado, elevando o custo da obra para R$ 6,9 milhões. Novo edital foi publicado em agosto daquele ano e dessa vez as participantes alegaram que os valores estavam defasados. O processo foi novamente suspenso e com as adequações necessárias, o total investido subiu para R$ 7,5 milhões.
O resultado do certame foi publicado no Diário Oficial do Estado em dezembro de 2015. A empresa CM Construção Civil e Planejamento Ltda, com sede em São Paulo, concordou em fazer o serviço por aproximadamente R$ 6,5 milhões.
Segundo governo do estado, a obra começou em 19 de março de 2016 e foi concluída em 30 de outubro deste ano, somando R$ 8.634.372,86. Para equipar o prédio, foram investidos mais R$ 328.161,00.
ESTRUTURA
No piso térreo ficam a recepção, salas de investigação e a sala para apreensão de objetos, com cofre para armazenamento de armas e drogas. Nesse andar também existe uma carceragem e as celas para detentos serem mantidos durante o registro das ocorrências, uma área para condicionamento físico dos policiais e outra de convivência.
Os cartórios criminais funcionarão no segundo piso, onde também está a sala de arquivo e as salas para os escrivães. O terceiro piso abriga um auditório, refeitório, espaço para o Setor de Inteligência, salas para escrivães e biblioteca.
Foi construído um espaço reservado para atendimento à Polícia Militar e acesso exclusivo para pessoas detidas, evitando contato dos detidos com o público que aguarda atendimento. Para o acesso aos pisos superiores os usuários contam com elevadores.
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