Wenceslau Braz! Resposta de Jô Soares, à pergunta: Qual foi o melhor presidente do Brasil? Feita por Fábio Porchat, em seu programa, na quinta feira-passada.
Em vídeo que recebi via WhatsApp, Luis Inácio Lula da Silva, enaltece de forma efusiva o ex-presidente Garrastazu Médici, como aquele que fez um Brasil feliz, por viabilizar o maior contingente de empregos de todos os tempos, na década de 70, do século passado.
Por que os cito ao iniciar o artigo de hoje? Jô Soares que foi perseguido pela "tal ditadura" e lutado pela volta dos civis à presidência da república, não se referiu a um único nome pós Regime Militar como bom gestor - e olha que vários foram os escolhidos pela população em eleições diretas!
Com relação ao ex-presidente Lula, a importância de sua citação ao reconhecer que os militares foram capazes de ocupar o maior cargo de representação da Nação, sem que nós, meros civis, tivéssemos que ficar prestando continência, ou levantar de madrugada ao som da corneta do "toque da alvorada". Eles abriram muitas vagas de emprego com carteira assinada - justamente o contrário dos últimos governos da "famigerada" era PT (mais de 13 milhões de desempregados).
Os arrazoados anteriores só servem para valorar a escolha da maioria da população brasileira ao optar por Jair Messias Bolsonaro no dia 28 de outubro e elegê-lo numa das mais "emblemáticas" campanhas eleitorais jamais vista no país. O cidadão só tinha sete segundos na televisão, indicado por uma legenda (PSL) completamente desconhecida, e sem recursos financeiros para competir com a máquina devastadora dos grandes partidos.
Desde o começo não mentiu. Falou o que tinha de falar. "Peitou" todos os ditos movimentos populares, deixou claro que vai "fungar no cangote" do crime organizado (criminosos comuns e de colarinho branco), e buscará onde estiver o dinheiro que furtaram do erário nesses últimos dezesseis anos de desgoverno.
Imagine o risco de morte que esse homem corre a cada dia que bota os pés no chão? Li, inclusive, via internet (não posso afirmar se é fato ou fake news), declaração do ex-presidente Sarney que: "Bolsonaro não durará mais do que seis meses no poder!".
Sem contar que a revista estadunidense Newsweek, publicou que o ocupante do cargo de presidente do Brasil é considerado a pessoa mais poderosa da América Latina, devido ao status de potência regional do país.
Se suas ações confirmarem o ideário demonstrado nas eleições, cada segundo de sua presença no Palácio do Planalto é uma "bomba relógio" armada contra sua integridade física, haja vista a ousadia de um cidadão que já lhe enfiou uma faca no abdômen.
Afirmo que o "homem está se achando" não por sentir a glória do cargo, mas por suas últimas aparições em público, em locais diversos, à mercê de loucos mais varridos do que o Adélio Bispo de Oliveira. Sua última ousadia foi no domingo, na festa do Palmeiras.
De crianças a idosos, todos colocam esperança redobrada em Jair Messias Bolsonaro - talvez veem nele a última chance da Nação retomar o rumo que lhe cabe na América do Sul, como a grande líder e carro chefe junto ao Organismo das Nações Unidas.
Pelo simbolismo do momento que vivemos o presidente Bolsonaro não pode expor-se, acreditar que por ser a maior autoridade do Brasil terá o respeito unânime. O jogo de interesse econômico e político é para "gente graúda" e nem mesmo o maior esquema de segurança está imune às estratégias, dos que se julgam os "donos do poder".
Não podemos correr o risco que outro louco, ou mesmo grandes corporações subtraiam de nós o orgulho de voltarmos a cantar o hino nacional com a palma da mão direita sobre o coração...
Nalberto Vedovotto é jornalista e bacharel em direito
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