Penápolis sedia o 8º Torneio Priscila Ribeiro Martinez Torrezan de Rugby em Cadeira de Rodas com a abertura dos jogos hoje, no Ginásio Municipal Gigantão Azul, a partir das 9h. O evento contará com a participação de atletas da Seleção Brasileira de Rugby em Cadeira de Rodas e segue até sábado (17), com entrada franca.
O objetivo é fomentar a inclusão social de pessoas com deficiência por meio da prática esportiva e promover jogos que prometem surpreender o público presente. Quatro times profissionais se enfrentarão em Penápolis: Esquadrão da Morte, de Brasília; QuadRugby, de Belo Horizonte; Santer Vikings Rugby, do Rio de Janeiro; e RoninsQuadRugby, de São Paulo.
“O rugby em cadeira de rodas tem um trabalho social mais relevante que o próprio alto rendimento dos atletas. O esporte mudou minha vida, não só fisicamente. Nele eu encontrei uma forma de ajudar outras pessoas que passaram pelo mesmo problema que eu”, diz o jogador do Santer, Daniel Gonçalves.
REGRAS DO JOGO
Assim como no rugby convencional, a modalidade para cadeirantes tem muito contato físico. São quatro atletas em cada equipe, que contam ainda com 8 reservas cada. Os jogadores são categorizados em sete classes a depender da habilidade funcional: 0,5 - 1,0 - 1,5 - 2,0 - 2,5 - 3,0 - 3,5.
As classes superiores são destinadas aos atletas que têm maiores níveis funcionais e as classes mais baixas para quem tem menor funcionalidade. Os jogos ocorrem em 4 períodos de 8 minutos. O objetivo é passar da linha do gol com as duas rodas da cadeira e a bola nas mãos.
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