Araçatuba

Diogo não reconheceria réu como amigo, afirma o promotor

Por Redação |
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Promotor de Justiça Adelmo Pinho entende que homicídio foi intencional, mas não deve recorrer da sentença / Foto: Lázaro Jr.
Promotor de Justiça Adelmo Pinho entende que homicídio foi intencional, mas não deve recorrer da sentença / Foto: Lázaro Jr.
"Duvido que se o Diogo estiver nos vendo, eu acredito que sim, que ele vá reconhecer quem ele achava que era amigo dele depois do que ele fez". Essa foi uma das frases utilizadas pelo promotor de Justiça Adelmo Pinho, durante julgamento na quarta-feira, para tentar convencer os jurados de que o ex-policial militar Vinícius Oliveira Coradim Alcântara, 22 anos, não era amigo do estudante Diogo Belentani, como declarou em depoimento momentos antes. Ao ser ouvido em plenário, após depoimento das testemunhas, o réu disse que se o Diogo estivesse vivo, estaria inocentando ele. "Estou arrependido pela descautela que tive com a minha arma, que eu não devia ter deixado ela lá. Infelizmente eu nunca mais vou poder ver o meu amigo", declarou na ocasião.
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