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MP pede que penitenciária pare de despejar esgoto à margem da Rondon

Por Redação |
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Com mais do que o dobro da capacidade, penitenciária de Avanhandava não possui tratamento de esgoto próprio / Foto: Reprodução
Com mais do que o dobro da capacidade, penitenciária de Avanhandava não possui tratamento de esgoto próprio / Foto: Reprodução
  O Ministério Público de Penápolis pediu na Justiça que a penitenciária de Avanhandava deixe de despejar esgoto sem tratamento no rio Captuva e ainda, que reforme a ETE (Estação de Tratamento de Esgoto) da unidade prisional. De acordo com a ação do MP, o caso é apurado desde 2014, quando a Cetesb (Companhia Ambiental do Estado de São Paulo) de Araçatuba informou que havia transbordo de efluentes líquidos domésticos no acostamento da rodovia Marechal Rondon (SP-300), o que estaria causando danos ao ambiente. A Cetesb autuou a SAP (Secretaria de Administração Penitenciária), que por sua vez informou na época que para sanar as falhas apontadas pela Companhia, estava sendo elaborado um projeto técnico para a operação e manutenção da ETE, que até hoje nunca foi feito segundo o MP.
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