O consumidor que for comprar gás de cozinha a partir de hoje, vai ter que desembolsar um pouco mais de dinheiro pelo produto. É que a Petrobrás já começou a praticar o novo valor do botijão reajustado em té 4,6%.
Em nota, o Sindigás (Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Gás Liqüefeito de Petróleo) informou que ass empresas associadas foram comunicadas pela Petrobras na tarde ontem (4) sobre o aumento do GLP residencial e do GLP empresarial (para embalagens acima de 13 quilos).
De acordo com o Sindicato, o aumento de preço será entre 4,2% e 4,6%, dependendo do polo de suprimento. Com o aumento, o ágio praticado pela Petrobras está em 25,45% em relação ao preço praticado no mercado internacional e o preço do GLP empresarial vai ficar 57,52% acima do valor cobrado pelo GLP residencial. Na avaliação do Sindigás, esse ágio vem pressionando ainda mais os custos de negócios que têm o GLP entre seus principais insumos, impactando de forma crucial as empresas que operam com uso intensivo de GLP.
A Petrobras justificou o aumento no preço à desvalorização do real frente ao dólar, que entre março a junho foi de 16%, e ao reajuste de 22,9% do preço do GLP no mercado internacional no mesmo período. Segundo a Petrobras, o impacto ao consumidor brasileiro seria maior do que o concedido, mas foi diluído.
Pelo levantamento de preços da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), o preço médio do botijão de 13 kg ao consumidor no Brasil é de R$ 68,28, sendo o maior preço de R$ 115,00 e o menor de R$ 50,00.
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