VÍDEO: PRIMEIRO VOTO

Aos 16 anos, Marina vota pela primeira vez ao lado da família

Por Vitória Duarte | JP1 |
| Tempo de leitura: 2 min
Alyson Rodrigues e Will Baldine | JP1
Aos 16 anos, Marina votou pela primeira vez, acompanhada pelos pais, que incentivaram sua participação nas eleições.
Aos 16 anos, Marina votou pela primeira vez, acompanhada pelos pais, que incentivaram sua participação nas eleições.

Aos 16 anos, Marina Polizel Vitti participa neste domingo (4) de sua primeira eleição. Incentivada pelos pais desde cedo, ela tirou o título de eleitor neste ano e decidiu participar do processo eleitoral.

A presença da jovem nas urnas também representa o incentivo da família à participação política desde a adolescência. No Brasil, o voto é facultativo para jovens de 16 e 17 anos.

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Primeiro voto

Para Marina, o incentivo recebido dentro de casa foi fundamental para que ela entendesse a importância de participar das eleições antes mesmo dos 18 anos.

“É minha primeira eleição. Eu fui bastante incentivada pelos meus pais a votar desde cedo, então, neste ano, já tirei o título. Acho que realmente o país precisa desses incentivos para os jovens votarem desde cedo, porque existe aquele costume de pensar que só depois dos 18 anos é importante votar. Mas é muito importante participar mesmo antes dos 18”, disse.

A jovem destaca que o primeiro contato com as urnas é uma oportunidade para começar a acompanhar as decisões que envolvem o país e compreender a importância da participação cidadã.

Incentivo dentro da família

A mãe de Marina, Juliana Polizel Vitti, também participou do momento e ressaltou que a família procurou se preparar para a votação, inclusive estudando os candidatos.

“Me preparei, estudei os candidatos. O Brasil está num momento importante. Acho que tem que haver mudanças. Minha filha de 16 anos está aqui e vai votar, não só aos 18 anos. Voto é importante, incentivamos ela. Meu marido está aqui, família reunida. Hoje é um dia importante”, completou Marina.

Para Juliana, o acompanhamento da família é uma forma de mostrar à filha, desde cedo, que a participação nas eleições faz parte do exercício da cidadania.

Jovens nas urnas

O voto aos 16 e 17 anos é facultativo, mas a participação dos jovens permite que eles tenham contato com o processo eleitoral antes de o voto se tornar obrigatório.

A experiência de Marina, acompanhada pelos pais, mostra como o incentivo dentro de casa pode contribuir para aproximar os adolescentes das eleições e estimular o interesse pelas decisões que impactam a sociedade.

Neste domingo, mãe e filha foram às urnas em um momento que, para a família, representa não apenas o exercício do voto, mas também a participação de uma nova geração no processo democrático.

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