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Organizadores da Corta Mato são homenageados na Câmara

A Casa de Leis concedeu ao diretor da corrida, o engenheiro agrônomo Adelino Augusto Duarte, uma placa comemorativa pelos 39 anos do evento, completados em abril

Por Erivan Monteiro | 16/05/2024 | Tempo de leitura: 2 min
erivan.monteiro@jpjornal.com.br

Divulgação

Adelino Augusto Duarte com demais membros da Corta Mato: merecido
Adelino Augusto Duarte com demais membros da Corta Mato: merecido

Os organizadores da tradicional corrida Corta Mato, evento que acontece todo primeiro domingo do mês na Esalq/USP (Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz), foram homenageados nesta quinta-feira (16), na Câmara Municipal de Piracicaba.

A Casa de Leis concedeu ao diretor da prova, o engenheiro agrônomo Adelino Augusto Duarte, uma placa comemorativa pelos 39 anos da corrida, completados em abril. A iniciativa foi do vereador Pedro Kawai.

O líder de comunicação Edmar Silva, os atletas José Antonio Teixeira Leite, o Preté, Clovis Tavares Paiva, o professor José Otavio Menten e mais dois amigos (Heitor Dihel e Rubens Dabronzo) estiveram na sessão solene representando todos os participantes da corrida Corta Mato.

“Nosso agradecimento a todos que fizeram e fazem parte desta grande festa que é a Corrida Corta Mato. Agradecemos também ao professor José Otavio Menten da Esalq que viabilizou, junto à Câmara Municipal, a justa homenagem ao Corta Mato pelos seus 39 anos”, declararam, em nota, os organizadores da Corta Mato.

HISTÓRIA

A prova começou a ser disputada em 1985 por um grupo de amigos, composto por pessoas comuns e corredores mais experientes. Eles corriam na Esalq/USP todos os dias, nos finais de tarde, alguns juntos e outros não, pois os ritmos e o preparo físico eram diferentes.

Após os treinos, se sentavam na escadaria em frente ao prédio central do Campus para um bate-papo descontraído. Daí, nasceu a tradição que permanece até os dias atuais.

O termo “corta mato” é uma designação que os portugueses davam às corridas desta categoria, que aconteciam em terreno misto, terra-asfalto-pedra, com vegetação e elevações.

“É um nome multicentenário e que faz parte da nossa história luso-brasileira. Por isso, é um nome que nos orgulha bastante”, explica conta o engenheiro agrônomo Adelino Augusto Duarte, 69 anos.

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