
Dezembro com toda certeza, foi um mês recheado de lançamentos cinematográficos para se assistir em família, e a continuação da tão adorada “Família Feliz”, distribuída no Brasil pela Paris Filmes, foi uma das principais delas.
“Família Monstro 2” chamou a atenção dos apaixonados por animações, por ser um filme simples que fala sobre amor, empatia e principalmente, laços familiares, com um roteiro engraçado e com uma trilha sonora que completa totalmente as sensações de aconchego que o longa entrega.
Assim como “Encanto”, dos estúdios Disney, seu principal concorrente, “Família Monstro 2" nos mostra a história de uma família nada convencional, mas que de alguma forma nós acabamos nos identificando com cada um dos personagens.
E quando falamos de animação, não existe maior receita para o sucesso do que identificação do público com a história.
BAIXO ORÇAMENTO
“Família Monstro 2” visivelmente não teve o mesmo orçamento dos grandes nomes no mundo da animação, como: Disney, DreamWorks ou Ghibli.
O longa foi produzido por pequenos estúdios europeus, chamados Ambient Entertainment GmbH, Rothkirch Cartoon Film e Timeless Films, que conseguiram laçar seus espectadores apenas com um simpático roteiro.
Entretanto, fica um alerta, com toda certeza a animação vai causar estranheza no início por seus traços mais simples do que estamos acostumados, mas em certo momento isso acaba se tornando algo secundário e sem tanta importância, nos deixando mais espaço para prestarmos atenção em outros detalhes que foram muito bem executados, como: roteiro, dublagem e as as belíssimas mensagens familiares.
SINOPSE
O filme conta a história da querida família Wishbone, que na tentativa de salvar Baba Yaga e Renfield das garras da caçadora de monstros Mila Starr, irá (mais uma vez) se transformar em um grupo de monstros: uma vampira, o monstro de Frankenstein, uma múmia e um lobisomem.
Os Wishbone irão então embarcar em uma aventura ao redor do mundo, conhecendo pessoas diferentes e claro, novos amigos monstros para compartilharem histórias, e entendendo no final, que ninguém é perfeito, sendo monstros ou não.