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HMUT: 36 entidades poderão disputar novo contrato; veja a lista

Por Julio Codazzi | Taubaté
| Tempo de leitura: 3 min
Divulgação/PMT
Edital exige que entidades interessadas no novo contrato de gestão do hospital tenham sido qualificadas para atuar como OS (Organização Social) na área da saúde de Taubaté
Edital exige que entidades interessadas no novo contrato de gestão do hospital tenham sido qualificadas para atuar como OS (Organização Social) na área da saúde de Taubaté

Por enquanto, 36 entidades estão aptas a participar do chamamento público que definirá a nova gestora do HMUT (Hospital Municipal Universitário de Taubaté). Esse é o número de entidades que foram declaradas qualificadas pela Prefeitura para atuar como OS (Organização Social) na área da saúde no município - essa qualificação é um dos requisitos do edital.

Confira a lista das entidades:

  • Afip (Associação Fundo de Incentivo à Pesquisa)
  • Cejam (Centro de Estudos e Pesquisa Doutor João Amorim)
  • HMTJ (Hospital e Maternidade Therezinha de Jesus)
  • INDSH (Instituto Nacional de Desenvolvimento Social e Humano)
  • AFNE (Associação Filantrópica Nova Esperança)
  • Iesp (Instituto de Excelência em Saúde Pública – antigo Instituto Esperança)
  • Projeto S3 (Instituto de Proteção à Maternidade e Infância de Ubaíra)
  • Fundação ABC
  • Ingex (Instituto Nacional Gestão Excelência em Saúde)
  • Igaps (Instituto de Gestão Administração e Pesquisa em Saúde)
  • Associação Social Univida Tauá
  • Beneficência Hospitalar de Cesário Lange
  • Sociedade de Caridade de Mar de Espanha
  • Base (Agência de Desenvolvimento de Base Institucional)
  • Hospital Beneficente São José de Herculândia
  • ACT (Associação Tristão da Cunha)
  • Instituto SETES
  • Associação da Santa Casa de Misericórdia de Salto de Pirapora
  • Ideas (Instituto de Desenvolvimento, Ensino e Assistência à Saúde)
  • Grupo Chavantes
  • AHBB (Associação Hospitalar Beneficente do Brasil)
  • Instituto Gnosis
  • Instituto Santa Dulce
  • SPDM (Associação Paulista para o Desenvolvimento da Medicina)
  • Igedes (Instituto de Gestão e Desenvolvimento)
  • Amis (Associação Missão Integral Semear de Gestão em Saúde)
  • IGC (Instituto de Gestão e Cidadania)
  • Biogesp (Associação de Gestão e Execução de Serviços Públicos e Sociais)
  • Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de São Bernardo do Campo
  • Abesss (Associação Beneficente de Ensino, Saúde e Serviço Social)
  • Irmandade Boituva de Saúde e Educação
  • Seconci (Serviço Social da Construção)
  • Insaúde (Instituto Nacional de Pesquisa e Gestão em Saúde)
  • Instituto Moriah
  • Isas (Instituto de Assistência Social - ISAS)
  • Anaesp (Associação Nacional de Apoio ao Ensino, Saúde e Politicas Públicas de Desenvolvimento)

Dessas 36 entidades, quatro já atuam em Taubaté: o Iesp, que administra o PSM (Pronto Socorro Municipal) e o PA (Pronto Atendimento) do Cecap; o Grupo Chavantes, que geriu o HMUT entre 2024 e julho desse ano e ainda administra as UPAs (Unidades de Pronto Atendimento) Santa Helena e San Marino; a SPDM, que administrou o HMUT entre 2019 e 2024 e, desde o início de agosto desse ano, faz a gestão do hospital em um contrato emergencial; e o Seconci, que administra o AME (Ambulatório Médico de Especialidades) e o Centro de Reabilitação Lucy Montoro, que são duas unidades ligadas ao governo estadual.

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O número de entidades qualificadas para atuar como OSs na área da saúde de Taubaté ainda pode aumentar, já que a Prefeitura mantém aberto, desde 2025, outro chamamento público com essa finalidade.

Dessas entidades, as que tiverem interesse em assumir em definitivo a gestão do HMUT poderão apresentar proposta até o dia 2 de setembro. O novo contrato poderá custar R$ 132,3 milhões por ano (R$ 11 milhões por mês). Esse valor é superior custo final do contrato com a Chavantes (R$ 9,894 milhões/mês) e do contrato emergencial com a SPDM (R$ 9,844 milhões/mês).

Lista de entidades foi informada apenas após pedido com base na LAI

Inicialmente, no dia 27 de julho, a reportagem solicitou, via Departamento de Comunicação, que a Prefeitura informasse a relação de entidades que haviam sido declaradas qualificadas para atuar como OS na área da saúde no município. Não houve resposta.

No dia 29 de julho, a reportagem refez o pedido à Prefeitura, mas dessa vez via e-SIC (Sistema Eletrônico do Serviço de Informações ao Cidadão), que é um sistema para solicitar acesso a dados públicos com base na LAI (Lei de Acesso à Informação).

Somente após esse pedido feito com base na LAI a Prefeitura forneceu, via e-SIC, os dados que haviam sido solicitados pela reportagem.

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