Para proteger amigas, uma mulher foi esfaqueada em São José dos Campos. Ela foi socorrida a um hospital após uma discussão registrada na noite de domingo (26), na Avenida Um, bairro Rio Comprido, segundo boletim de ocorrência da Polícia Civil.
O caso foi registrado como homicídio tentado, com autoria ainda em apuração. A vítima, de 27 anos, deu entrada inicialmente no Hospital de Clínicas Sul com ferimento possivelmente causado por faca na região do abdome. Segundo o boletim, ela estava estável no momento do atendimento policial.
A ocorrência foi apresentada no plantão da Polícia Civil e encaminhada para a unidade responsável pela área do fato.
Mulher é esfaqueada em São José dos Campos e estava na casa de amiga
De acordo com o boletim, policiais militares foram acionados via Copom para apurar notícia de agressão em um imóvel na Avenida Um, no bairro Rio Comprido. Ao chegar ao endereço, os policiais não foram atendidos por ninguém.
Durante patrulhamento nas redondezas, a equipe recebeu informações de populares de que uma mulher ferida por faca teria sido socorrida por terceiros e levada ao Hospital de Clínicas Sul, no Parque Industrial.
Discussão teria começado antes da facada
No hospital, ainda conforme o registro, a vítima relatou que estava na casa de uma amiga quando o padrasto dela teria iniciado uma discussão com a enteada, de 32, e depois com a mãe da jovem, de 52 anos.
A vítima disse que entrou na discussão e quebrou uma garrafa de bebida na cabeça do homem. Em seguida, ele teria se armado com uma faca e a golpeado na região do abdome. Os fatos teriam ocorrido já do lado de fora da residência.
Polícia apura tentativa de homicídio
O boletim também aponta que uma testemunha citada pelos policiais não foi localizada durante o plantão. Como os policiais não conseguiram contato com moradores do imóvel no primeiro atendimento, o local não foi preservado e a perícia de local não foi requisitada naquele momento.
A Polícia Civil informou no registro que a apuração depende de novas diligências, como oitivas, laudos periciais, busca de imagens e outros procedimentos definidos pela autoridade policial responsável.
A mulher passaria por transferência do Hospital Clínica Sul para o Hospital da Vila Industrial, motivo pelo qual não foi possível fazer a oitiva imediata na delegacia.