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'Perdão', diz menor que filmou amigo jogando gata em rio no Vale

Por Da redação | São Luiz do Paraitinga
| Tempo de leitura: 2 min
Reprodução

O adolescente que filmou o vídeo em que uma gata é arremessada no Rio Paraitinga, em São Luiz do Paraitinga, publicou um pedido de desculpas nas redes sociais após a forte repercussão do caso, revelado por OVALE.

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Na mensagem, o jovem reconhece a gravidade da atitude e afirma estar arrependido. “Tenho plena consciência de que o que eu fiz não foi certo, e não existe justificativa”, escreveu. Em outro trecho, ele reforça: “Peço perdão, de coração”.

O caso foi revelado por OVALE nesta quarta-feira (25) e provocou indignação entre moradores e defensores da causa animal.

No texto publicado, o adolescente que fez a filmagem afirma que o episódio tem pesado em sua consciência e que pretende assumir as consequências. “Estou disposto a fazer o que for necessário para tentar reparar meu erro”, disse. Ele também declarou que convive com animais e reconhece o sofrimento causado.

O jovem acrescentou que o vídeo foi gravado em novembro e publicado posteriormente, em janeiro.

“Dois covardes pegaram a gata da minha mãe e jogaram no rio, sem dó e nem piedade”, afirmou. “A gente se vê na delegacia. Não vai ficar assim”, completou.

Leia mais: 'Covardes!', diz família após gatinha ser jogada em rio no Vale

Vídeo gerou indignação

As imagens mostram um adolescente caminhando sobre uma ponte com o animal no colo e, em seguida, arremessando a gata na água. Durante a ação, ele ainda ri para a câmera.

Apesar da violência, Safira sobreviveu. Segundo a tutora, o animal foi encontrado pouco tempo depois, sem ferimentos aparentes, mas em estado de estresse.

Caso é investigado

De acordo com a Polícia Civil, a ocorrência foi registrada como ato infracional análogo ao crime de maus-tratos a animais, previsto na Lei de Crimes Ambientais.

Como os envolvidos são menores de idade, o caso será apurado conforme o ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente), com encaminhamento à Vara da Infância e Juventude. O Conselho Tutelar também poderá acompanhar a situação.

A polícia destacou a gravidade da conduta, especialmente pela exposição do ato nas redes sociais. As investigações seguem em andamento.

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