As regiões metropolitanas do Vale do Paraíba e de Campinas encerraram o primeiro trimestre do ano com saldo positivo de emprego, mas com resultados diferentes na comparação com o mesmo período do ano passado.
A RMVale fechou os três primeiros meses do ano com 5.935 empregos formais gerados, 14% a mais do que registrou em igual período do ano passado – 5.194.
Os dados foram divulgados pelo Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), do Ministério do Trabalho.
São José dos Campos foi a cidade que mais abriu novas vagas no mercado de trabalho entre janeiro e março, com saldo de 1.816 empregos. Na sequência, aparecem as cidades de Taubaté (1.059), Pindamonhangaba (949), Jacareí (885) e Guaratinguetá (511).
No geral, 30 cidades da região encerraram o primeiro trimestre abrindo novas vagas de trabalho, enquanto oito perderam postos, principalmente Ubatuba (-572), Caraguatatuba (-323) e Ilhabela (-74). São José dos Barreiro teve saldo zero.
Nos últimos 12 meses, a RMVale anotou um saldo positivo de 27.821 novos empregos abertos no mercado de trabalho.
CAMPINAS
A RMC (Região Metropolitana de Campinas) teve saldo positivo de 16.450 empregos gerados em 2023, de janeiro a março, uma ligeira queda de 3% frente aos 16.926 postos de trabalho abertos em igual período do ano passado. Nos últimos 12 meses, o resultado é de 46.759 novos postos abertos na região.
No primeiro trimestre, a cidade de Campinas se destaca com 5.001 novos empregos, seguida de Paulínia (2.185), Indaiatuba (2.112), Sumaré (1.180) e Holambra (1.030).
A região teve 18 das 20 cidades com saldo positivo de emprego no ano e duas que terminaram com perda de vagas: Jaguariúna (-142) e Engenheiro Coelho (-38).
ESTADO
Dos 136,6 mil novos empregos gerados no estado de São Paulo no primeiro trimestre de 2023, 16% estão nas regiões de Campinas e no Vale do Paraíba. Juntas, elas foram responsáveis por abrir 22.385 novos postos de trabalho no ano.
Serviços foi o setor que mais gerou empregos no estado (90,6 mil), seguido da indústria (32,3 mil) e da construção civil (30,4 mil). O comércio fechou 15,6 mil postos.