A Polícia Civil pediu nesta sexta-feira (2) a prisão preventiva do bombeiro militar investigado pela morte do estudante de Medicina Bruno Hashimura San Juliano, de 23 anos, em Taubaté (SP). O pedido é um novo desdobramento da investigação e feito após a Justiça conceder liberdade provisória ao bombeiro.
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A Polícia Civil concluiu hoje o inquérito sobre a morte de Bruno, e o relatório final indicia o bombeiro por homicídio qualificado por motivo fútil e por recurso que dificultou a defesa da vítima. A polícia também afastou a alegação de legítima defesa. Cabe à Justiça acatar o pedido ou não.
Bruno foi morto a tiros na quarta-feira (30), durante discussão de trânsito na Avenida Professor Walter Thaumaturgo, conhecida como Avenida do Povo. Ele estava a caminho da faculdade quando se envolveu no confronto.
O bombeiro afirmou que confundiu um objeto com arma e alegou legítima defesa. A Polícia Civil informou que não encontrou arma de fogo com o estudante nem no carro dele, mas um canivete foi apreendido no veículo.
Após a audiência de custódia, o bombeiro recebeu liberdade provisória com medidas cautelares, que incluem recolhimento domiciliar noturno e suspensão do porte de arma.
Com informações da Vanguarda TV.