'MUITO DE PERTO'

Donald Trump afirma acompanhar de perto eleição brasileira

Por Pedro Rafael Vilela | da Agência Brasil
| Tempo de leitura: 2 min
Reprodução/White House
O presidente dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump
O presidente dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump

O presidente dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump, afirmou nesta quinta-feira (1º) que acompanha "muito de perto" as eleições brasileiras, que ocorrerão daqui a três dias, em 1º turno. A declaração foi dada em resposta à pergunta de uma jornalista, na saída da Casa Branca, antes do presidente norte-americano embarcar em uma aeronave para o Texas.

"Estou acompanhando [as eleições] muito de perto. O Brasil é um país muito importante. É um grande país. As pessoas no Brasil são fantásticas. É uma eleição muito importante", disse Trump, sem citar nomes ou declaração de apoio a nenhum concorrente, como já fez recentemente em outras eleições presidenciais, como a da Colômbia. A fala do líder estadunidense ocorre em meio a tensões recentes entre os governos brasileiro e norte-americano e a preocupações no Brasil sobre possível interferência estrangeira no processo eleitoral.

Em setembro, relatório da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) apontou risco de influência ou interferência dos Estados Unidos nas eleições de 2026. No documento, a inteligência brasileira classifica a possibilidade de interferência externa com um "nível de criticidade" e contextualiza o problema dizendo que "a reafirmação da hegemonia dos EUA na América Latina” é prioridade do segundo governo do presidente norte-americano Donald Trump. Segundo a Abin, o objetivo seria afastar ‘rivais dos EUA’, como a China, de ativos estratégicos, riquezas naturais e infraestruturas na região.

A avaliação da Abin indica ainda que houve intensificação das ações dos Estados Unidos em relação ao Brasil ao longo dos últimos meses. Além da ingerência nas eleições, o Brasil vem sendo alvo de medidas econômicas e políticas prejudiciais aos interesses nacionais.

Em julho, o governo brasileiro negou visto a dois funcionários do Departamento de Estado dos EUA que pretendiam conversar com autoridades eleitorais brasileira sobre liberdade de expressão relacionada às eleições. A visita ocorreria depois de eventos envolvendo políticos que questionaram as urnas eletrônicas.

Especialistas ouvidos pela Agência Brasil avaliaram riscos associados a possíveis ações cibernéticas e à atuação de grandes plataformas digitais. 

Comentários

2 Comentários

  • Adriano A S Andrade 02/10/2026
    Este pedófilo, genocida, assassino de outros povo, corrupto e corruptor está louco para impor o candidato bandido da família destruidora do Bolsonaro. Quer roubar nossas riquezas, como faz na Venezuela, para encher o bolso de dinheiro, impondo miséria ao nosso povo como sempre os americanos fizeram há décadas. Para isto nada melhor do que o Flávio rachadinha, que é totalmente corrupto, fanático por dinheiro e poder que certamente imporá a escravidão aos trabalhadores e destruirá a economia nacional nos colocando 60 anos ou mais para trás na era anterior a industrialização do Brasil.
  • Jesuino Salgado 02/10/2026
    É lógico que agente laranja está de olho nas eleições aqui no Brasil, ele tem interesse de instalar um marionete emtteguista traidor da Pátria à serviço dele na presidência do Brasil de olho nas nossas riquezas minerais e energéticas. O cara não dá ponto sem nó e a famílicia só quer saber é de dinheiro, muito dinheiro....Mas domingo a gente vai dar um jeito nessa corja de traidores da Pátria...