MEIO/IDEIA

Lula e Flávio continuam empatados no 1º e no 2º turno

Por Laura Intrieri | da Folhapress
| Tempo de leitura: 2 min
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Lula e Flávio também estão tecnicamente empatados na pesquisa espontânea.
Lula e Flávio também estão tecnicamente empatados na pesquisa espontânea.

O presidente Lula (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) continuam tecnicamente empatados nas simulações de primeiro e segundo turno da eleição presidencial, mostra nova rodada da pesquisa Meio/Ideia.

No primeiro turno estimulado, Lula marca 39,4%, e Flávio, 38,4%. Augusto Cury (Avante) aparece na sequência, com 6,7% das intenções de voto.

Renan Santos (Missão) tem 4,5%, Ronaldo Caiado (PSD), 4,4%, e Romeu Zema (Novo), 3,5%. Samara Martins (UP) aparece com 0,4%, Hertz Dias (PSTU) e Clariana Barão (DC), com 0,3% cada. Veterinário Wilson Grassi (Democrata), Leonardo Avalanche (PRTB), Rui Costa Pimenta (PCO) e Edmilson Costa (PCB) têm 0,1% cada. Brancos, nulos e eleitores que dizem não votar em nenhum dos candidatos são 0,7%, e 1,5% não soube responder.

No cenário de segundo turno, Lula tem 48,5% das intenções de voto, ante 48% de Flávio. Brancos e nulos somam 2,1%, e 1,5% não soube responder.

Lula e Flávio também estão tecnicamente empatados na pesquisa espontânea. O presidente soma 31,5% das intenções de voto, e o senador, 30,5%.

Cury aparece com 4%, Zema, com 3,5%, Caiado, com 3,1%, e Renan, com 1,7%. Outros candidatos somam menos de 1% cada. Os que não sabem em quem votar são 17,5%, ante 26% na rodada anterior. Brancos, nulos e aqueles que dizem não votar em ninguém somam 7,5%.

Foram entrevistados por telefone 2.000 eleitores com 16 anos ou mais de todo o país de 25 a 28 de setembro. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. A pesquisa está registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o código BR-08706/2026-BRASIL.

A aprovação do trabalho de Lula também aparece empatada: 49% dizem aprovar a maneira como o presidente desempenha suas funções, e outros 49% desaprovam.

Na avaliação geral do governo, 14% consideram a gestão ótima, e 21,3%, boa. Outros 21% a avaliam como regular, 12% como ruim e 29% como péssima. Não souberam responder 2,9%.

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