PEDIDO

Entidades de jogos recorrem ao STF contra proibição de bets

Por | da Rede Sampi
| Tempo de leitura: 1 min
Reprodução/Tomaz Silva/Agência Brasil
O pedido foi apresentado em três ações que questionam no STF as regras do mercado de apostas.
O pedido foi apresentado em três ações que questionam no STF as regras do mercado de apostas.

A Associação Nacional de Jogos e Loterias (ANJL) e o Instituto Brasileiro de Jogo Responsável (IBJR) acionaram o ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF), nesta segunda-feira (28), para tentar suspender a medida provisória que proíbe apostas de quota fixa, incluindo modalidades esportivas e jogos online.

Leia também: Clubes da Série A perdem quase R$ 1 bilhão sem patrocínio de bets

O pedido foi apresentado em três ações que questionam no STF as regras do mercado de apostas. As duas entidades participam dos processos como amici curiae (como a terceira parte que ingressa em um processo judicial com a função de fornecer informações, dados técnicos ou pareceres para ajudar o juiz na decisão).

Para as associações, a medida não apresenta a urgência exigida para uma MP. Elas argumentam que o setor já tem regulamentação e que não houve alteração repentina no mercado que justifique a interrupção imediata das atividades.

Outro ponto questionado é o prazo para o fim das operações. A MP impede novos depósitos a partir da publicação, determina o bloqueio de sites e aplicativos em até dez dias e prevê o cancelamento das autorizações das empresas após 30 dias.

ANJL e IBJR também afirmam que a interrupção pode afetar vínculos trabalhistas e contratos de patrocínio, publicidade e prestação de serviços. As entidades sustentam que a medida também envolve questões relacionadas à segurança jurídica, à livre iniciativa e à liberdade econômica.

As associações pedem que as regras fiquem suspensas até que o Congresso Nacional decida se mantém ou rejeita a medida provisória.

Com informações do SBT News.

Comentários

Comentários