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Estudo brasileiro aponta eficácia de medicamento contra HIV

Por | da Rede Sampi
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Reprodução/Adrian Sulyok/Unsplash
A pesquisa acompanhou, durante um ano, 1.447 pessoas de 18 a 30 anos, todas HIV-negativas e sem uso anterior de PrEP.
A pesquisa acompanhou, durante um ano, 1.447 pessoas de 18 a 30 anos, todas HIV-negativas e sem uso anterior de PrEP.

O estudo realizado por pesquisadores brasileiros aponta o cabotegravir injetável como alternativa de profilaxia pré-exposição (PrEP) contra o HIV. A pesquisa contou com especialistas do Instituto Nacional de Infectologia Evandro Chagas (INI/Fiocruz) e foi publicada nesta quinta-feira (25) na revista científica The Lancet Regional Health - Americas.

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A pesquisa acompanhou, durante um ano, 1.447 pessoas de 18 a 30 anos, todas HIV-negativas e sem uso anterior de PrEP. Os participantes foram atendidos em serviços públicos de saúde de Campinas, Florianópolis, Manaus, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo.

O grupo incluía homens cis, homens trans, mulheres trans e pessoas não binárias. Os participantes escolheram entre o cabotegravir injetável e a PrEP oral diária.

Entre os que receberam o medicamento injetável, foram registradas três novas infecções pelo HIV, com incidência de 0,20 caso por 100 pessoas ao ano. Entre os participantes que optaram pelos comprimidos, foram registradas 18 infecções, com incidência de 1,48 caso por 100 pessoas ao ano.

A maioria dos participantes, 82,9%, escolheu o tratamento injetável, enquanto 17% optaram pela PrEP oral.

O cabotegravir foi aprovado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) em junho de 2023, mas ainda não faz parte do SUS. Segundo o Ministério da Saúde, o processo de avaliação para incorporação pela Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no Sistema Único de Saúde (Conitec) já começou.

Com informações do SBT News.

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