PRÁTICA CRUEL

Mulher em SP matava animais e vendia os vídeos para fetichistas

Por | da Rede Sampi
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Reprodução/Captura de tela/TV Globo
As gravações eram vendidas para compradores de países europeus por valores entre 20 e 50 euros.
As gravações eram vendidas para compradores de países europeus por valores entre 20 e 50 euros.

Uma empresária investigada por maus-tratos a animais confessou à polícia que produzia e comercializava vídeos nos quais coelhos e pintinhos eram torturados e mortos para atender a um público que buscava conteúdo de excitação sexual. As gravações eram vendidas para compradores de países europeus por valores entre 20 e 50 euros.

Leia mais: Mil animais são resgatados em ações contra zoosadismo no Discord

Segundo o depoimento, os vídeos foram produzidos entre 2020 e 2021. A suspeita afirmou que deixou a atividade e declarou arrependimento por ter participado de conteúdo de zoosadismo (pornografia e tortura envolvendo animais).

A mulher foi alvo de mandado de busca e apreensão num imóvel na região central de São Paulo. De acordo com a investigação, ela foi identificada pela tatuagem, e os calçados utilizados nas gravações foram recolhidos como prova.

Apesar da confissão, ela não foi presa. A legislação prevê punição mais severa para casos de maus-tratos envolvendo cães e gatos, enquanto crimes contra outros animais são enquadrados na Lei de Crimes Ambientais, que estabelece penas mais brandas.

O caso é investigado pelas autoridades como de maus-tratos, zoosadismo e comercialização de vídeos de violência.

Com informações do Metrópoles.

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