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Horas após volta da filha, argentino reproduz imitação de macaco

Por | da Rede Sampi
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Reprodução de vídeo/Montagem G1
Ao jornal La Nación, Mariano disse que as gravações foram feitas com uso de inteligência artificial.
Ao jornal La Nación, Mariano disse que as gravações foram feitas com uso de inteligência artificial.

Menos de 24 horas após a volta da influenciadora argentina Agostina Páez ao país de origem, o pai dela, o empresário Mariano Páez, foi filmado imitando macaco em um bar no centro de Santiago del Estero. As informações são do g1.

As imagens mostram o empresário durante a madrugada, acompanhado da companheira, imitando o animal e gritando que sente “asco pelo Estado”. Em outro vídeo que circula nas redes, ele afirma ter pago a fiança de US$ 18 mil para que a filha responda ao processo em liberdade e declara que não recebeu dinheiro público.

Ao jornal La Nación, Mariano disse que as gravações foram feitas com uso de inteligência artificial. O g1 informou que submeteu o vídeo a ferramentas de análise, que apontaram entre 0% e 2% de probabilidade de uso de IA.

Agostina Páez responde por injúria racial na Justiça do Rio de Janeiro após ser flagrada, em janeiro, fazendo gestos e proferindo ofensas racistas contra funcionários de um bar em Ipanema. Ela ficou presa e cumpriu medidas cautelares, como retenção de passaporte e uso de tornozeleira eletrônica.

A Secretaria de Estado de Polícia Penal informou que a tornozeleira foi retirada na terça-feira (31), após autorização judicial. A advogada retornou à Argentina na quarta-feira (1º), depois de decisão da Oitava Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Rio que fixou caução equivalente a 60 salários mínimos, cerca de R$ 97 mil.

Nas redes sociais, Agostina repudiou a atitude do pai e afirmou que responde apenas pelos próprios atos. Ela declarou que reconheceu os erros, pediu desculpas e enfrentou as consequências.

Segundo o Ministério Público do Rio, a denúncia aponta três crimes de injúria racial. O órgão também pediu reparação por dano moral no valor de 120 salários mínimos.

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