VIOLÊNCIA

Grupo tenta agredir acusado de estupro coletivo em Copacabana

Por Yuri Eiras | da Folhapress
| Tempo de leitura: 1 min
Reprodução/Redes Sociais
Polícia Civil do Rio investiga caso de estupro coletivo em Copacabana
Polícia Civil do Rio investiga caso de estupro coletivo em Copacabana

Um grupo de pessoas tentou agredir Vitor Hugo Oliveira Simonin, 18, nesta quarta-feira (4), na saída da 12ª DP (Copacabana). Vitor Hugo, que se entregou pela manhã, é um dos acusados do estupro coletivo de uma adolescente de 17 anos no Rio de Janeiro.

Ele, que é filho de um ex-subsecretário do governo Cláudio Castro (PL), ficou cerca de quatro horas dentro da delegacia e, segundo policiais e o advogado, permaneceu em silêncio.

Um grupo formado por cerca de dez pessoas, entre homens e mulheres, esperava a saída do acusado da delegacia rumo à cadeia pública de Benfica, onde passará por audiência de custódia.

Quando saiu, acompanhado por policiais civis, essas pessoas tentaram ultrapassar a barreira de segurança e agredi-lo, mas não chegaram a alcançar. O grupo correu atrás da viatura policial ao longo de um quarteirão, e precisou ser contido.

O advogado Ângelo Máximo declarou que o cliente é inocente e que, apesar de estar no local do crime, não participou do estupro coletivo.

Vitor Hugo é investigado por outro suposto estupro que teria ocorrido em outubro do ano passado, em uma festa de aniversário. O advogado afirmou que não conversou com o cliente sobre o ocorrido.

Na terça (3), quando Matheus Veríssimo Zoel Martins foi levado à 12ª DP, um grupo de pessoas já havia se formado na porta da delegacia para acompanhar a movimentação. A aglomeração, contudo, era formada por adolescentes com uniformes de diferentes colégios de Copacabana.

O quarto foragido, Bruno Felipe Santos Allegretti, se entregou na 54ª DP (Belford Roxo) e foi encaminhado para a cadeia de Benfica. A reportagem não conseguiu encontrar a defesa de Bruno.

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