A assessoria do rapper Hungria afirmou, nesta terça-feira (7), que exames laboratoriais confirmaram a presença de metanol no sangue do artista, contrariando a declaração do ministro da Saúde, Alexandre Padilha, que havia negado qualquer indício de intoxicação pela substância.
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Segundo a equipe médica do hospital DF Star, em Brasília, os exames feitos no dia 6 apontaram níveis de metanol “acima do limite de referência”, o que confirma a exposição ao álcool tóxico. O cantor ficou quatro dias internado após apresentar sintomas compatíveis com envenenamento: dor de cabeça, náusea, vômito e visão turva.
Hungria recebeu alta no domingo (5), após tratamento com antídoto e hemodiálise precoce. De acordo com a assessoria, o artista “teve excelente evolução clínica” e já retomou a agenda de shows, mantendo acompanhamento médico.
O caso foi o primeiro registro suspeito de intoxicação por metanol no Distrito Federal. A suspeita é de que o rapper tenha consumido bebida adulterada numa casa de shows em São Bernardo do Campo (SP), onde se apresentou no fim de setembro.
*Com informações do Metrópoles