MISTÉRIO

Polícia investiga caso de caixões postos em frente à torre Eiffel

Por | da Redação
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Reprodução/Screen shot de vídeo/TF1 INFO/Facebook
Acionado ao local, o esquadrão antibomba chegou acompanhado pela unidade canina da polícia, especializada na busca de explosivos.
Acionado ao local, o esquadrão antibomba chegou acompanhado pela unidade canina da polícia, especializada na busca de explosivos.

Na manhã de sábado (1º), funcionários da Torre Eiffel viram cinco caixões ao pé da Torre Eiffel, em Paris, França. Eles estavam cobertos com bandeiras das cores azul, branca e vermelha e continham as inscrições “Soldados franceses morreram na Ucrânia”.

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Acionado ao local, o esquadrão antibomba chegou acompanhado pela unidade canina da polícia, especializada na busca de explosivos. Um perímetro de segurança foi configurado e os caixões foram abertos: havia gesso dentro, informou o jornal La Depeche.

Com ajuda das imagens das câmeras de segurança, a polícia identificou três suspeitos -- um búlgaro, um alemão e um ucraniano --, que foram presos ainda no sábado, antes de tomarem um ônibus para a Alemanha.

O trio estaria ligado ao autor de uma pichação do Museu do Holocausto, que segundo a polícia francesa, teria sido coordenada por instituições russas.

O governo russo é suspeito de querer desestabilizar a França a poucos dias das eleições europeias e dos Jogos Olímpicos de Paris 2024.

Os suspeitos, que teriam recebido 400 euros para transportar e colocar os caixões ali, foram detidos por violência premeditada e uma investigação foi aberta para determinar se existe uma “possível interferência estrangeira”.

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