GUERRA NA UCRÂNIA

Inteligência ucraniana diz ter destruído navio de guerra russo avaliado em R$321 milhões

Por | da Redação
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Reprodução/@ZelenskyyUa/X
O ataque foi realizado por uma unidade especial ucraniana usando drones navais, resultando em danos significativos à embarcação russa.
O ataque foi realizado por uma unidade especial ucraniana usando drones navais, resultando em danos significativos à embarcação russa.

Em novo episódio dos conflitos na Ucrânia, a inteligência do país anunciou que afundou um navio de guerra russo, o Sergei Kotov, no Mar Negro, avaliado em R$ 321 milhões.

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Segundo apurou o The Guardian, o ataque foi realizado por uma unidade especial ucraniana usando drones navais, resultando em danos significativos à embarcação russa. Esta ação ocorreu em meio a relatos de fechamento da ponte de Kerch e explosões na região. Além disso, a Rússia lançou drones de ataque contra a Ucrânia, mas as defesas aéreas derrubaram a maioria deles.

O Reino Unido pressionou a Alemanha para fornecer mísseis Taurus às Forças Armadas Ucranianas, mesmo após vazamentos constrangedores de uma chamada secreta envolvendo a Força Aérea Alemã. Apesar da pressão, a Alemanha indicou que não doará mísseis que possam atingir a ponte estratégica de Kerch.

A inteligência militar ucraniana realizou um ataque cibernético aos servidores do Ministério da Defesa russo, obtendo acesso a documentos classificados. Nos EUA, um funcionário da Força Aérea foi acusado de transmitir informações sobre a guerra Rússia-Ucrânia em uma plataforma de namoro online.

A Comissão Europeia apresentará propostas para impulsionar a indústria de defesa da União Europeia e entrar em "modo de economia de guerra". O pacote incluirá aproximadamente 1,5 bilhão de euros e a criação de um fundo especial de 100 bilhões de euros para projetos de defesa.

Jack Teixeira, que vazou documentos classificados sobre a guerra na Ucrânia, se declarou culpado nos EUA, enfrentando uma possível pena de prisão de 17 anos. No cenário diplomático, o ministro da Defesa da Ucrânia e o comandante das Forças Armadas discutiram estratégias e suprimentos com os secretários de Defesa dos EUA e do Reino Unido.

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