PM recupera carga roubada destinada a um shopping de Jundiaí


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Policiais militares do 11º Batalhão recuperaram neste final de semana uma carga de produtos eletrônicos do Sedex, que havia acabado de ser roubada de um entregador autônomo, na Vila Maringá, em Jundiaí, e que seria entregue em um shopping da cidade. Dois suspeitos do crime foram detidos e conduzidos ao DP. Porém, com medo, a vítima não os reconheceu e a dupla foi liberada na condição de investigada.

Os soldados Piccirelli e Genovesi (viatura I-11111), equipe “bravo’, estavam no Santa Gertrudes quando solicitados pelo Comando de Grupo Patrulha (CGP) para irem até a Vila Comercial, onde o entregador havia sido roubado. Já no local os PMs obtiveram as características dos ladrões, sendo um homem preto, obeso e com tatuagens nos braços, e outro branco, magro e também tatuado nos braços.

A guarnição soube, ainda, que os criminosos haviam fugido no sentido de um cortiço existente no bairro. Eles então rumaram para as imediações do cortiço e passaram a patrulhar com vistas para prender os ladrões. Ao lado de uma viela, suspeitaram de que os bandidos pudessem estar pelo local, por conta de uma área de mata. Ao fazerem incursão por esta mata, localizaram abandoadas as caixas ainda fechadas com os produtos roubados.

Enquanto os PMs averiguavam as caixas, dois homens com exatamente as mesmas características apontadas pela vítima chegaram ao local por outra entrada. “Nós nos abrigamos e aguardamos até que eles se aproximassem. Foi quando lhes demos voz de prisão”, disse Piccirelli. “Eu imediatamente segurei um, enquanto o outro tentou correr e foi preso pelo parceiro”.

No DP a vítima foi acionada, mas não os reconheceu como autores do crime. “Eles tinham exatamente as mesmas características, não temos dúvidas de que eram eles. Mas a vítima, talvez por estar com medo, não os reconheceu, e eles acabaram liberados”, lamentou Piccirelli.

Os produtos foram devolvidos ao entregador. "Os eletrônicos seriam entregues em um shopping da cidade, antes de serem roubados, e o trabalhador pode dar sequência ao ser serviço". finalizou Piccirelli.

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