O homem preso por guardas municipais na manhã de Natal (segunda-feira, dia 25), na Ponte São João, em Jundiaí, e que confessou ter invadido a Paróquia São João Batista, horas antes, e furtado fios e peças de um ventilador, passou por audiência de custódia e teve o flagrante convertido em prisão preventiva, conforme havia requerido o delegado do Plantão Policial, Rodrigo Carvalhaes. Desta forma, o indiciado foi levado para o Centro de Detenção Provisória (CDP) de Jundiaí.
Durante a audiência de custódia, o juiz entendeu que a detenção feita pelos guardas e o flagrante realizado pelo delegado Carvalhaes estavam de acordo com a lei. Além disso, após considerações, inclusive chamando a atenção para o histórico criminal do suspeito, o juiz decidiu pela manutenção da prisão. "O auto de prisão em flagrante encontra-se formal e materialmente em ordem. O preso foi detido após praticar furto a uma igreja, subtraindo fios e parte de um ventilador. Não vislumbro ilegalidade na prisão", constou o juiz.
Sobre a preventiva, "observo que o preso é reincidente pelo crime de roubo, razão por que, entendo presentes os requisitos do artigo 312 do Código de Processo Penal, e não vislumbro suficiência, ao caso, de outras medidas cautelares que não a prisão preventiva. É o caso, pois, como ora se determina, de formalização da prisão em flagrante, convertendo-se-a em prisão preventiva".
RELEMBRE O CASO
Paróquia da Ponte São João é invadida e furtada durante a noite de Natal