Com a estreia do live-action "A Pequena Sereia", muitas mães e filhas estão indo aos cinemas e compartilhando o mesmo sentimento de emoção ao ver o enredo, personagens e cenário de fundo do mar.
A comerciante Janaina Gazzola Carbonari, 38 anos, levou sua filha, Beatriz Gazzola Carbonari, de 5 anos, para assistir o filme. "Gostamos de ir sempre ao cinema e ela presta bastante atenção, faz muitas perguntas. Ela amou a história, achamos muito legal a abordagem da união entre os diferentes mundos e a aceitação", conta Janaína.
"Por minha filha ter 5 anos tive receio que não se prendesse por não ser uma animação. Mas ela amou, prestou atenção em todos os detalhes. Eu também amei, com certeza para nós adultos esses filmes são maravilhosos", ressalta.
A assistente telemarketing, Sibelle Cristina de Melo Elias, 40 anos, e sua filha Isabelle de Melo Elias, 10 anos, também gostaram do filme. "Adoramos as princesas da Disney e gostamos muito do filme em sua nova versão. Minha filha se sentiu feliz e eu também. Foi interessante ver os personagens como pessoas, a Ariel era linda", conta Sibelle.
Carolina Antonelli, 41 anos, autonoma e sua filha, Lara, 10 anos, ficaram emocionadas com o filme. "Gostamos dos filmes da Disney e contos. Nós amamos o filme, ficamos muito felizes e emocionadas. Eu achei sensacional ter pessoas interpretando, vivendo conflitos, medos e dúvidas e o final foi muito emocionante. Show", conta a mãe.
REPRESENTATIVIDADE
A influenciadora digital Larissa Helen Santos de Oliveira, levou suas filhas Pérola, 7 anos, Flora, 4 anos e Maya, 2 anos, para assistir o live-action e conta que as meninas amaram o filme e essa nova versão da Ariel, pois se sentiram representadas. "Nós fomos a convite da Causa Preta e por que minhas meninas estavam simplesmente encantadas com a ideia da sereia ser da cor delas. Gostamos bastante e no final do filme eu chorei muito. Minha filha mais velha amou, ainda mais por causa do cabelo da Ariel ter tranças. Ela amou ver que a sereia tinha a cor dela", explica a mãe.
Além disso, Larissa revela que, para ela, ter essa representatividade após anos é mágico e emocionante em ver as filhas felizes. "Para mim, como uma mulher preta que por anos cresceu sem ter essa representatividade, foi mágico. E como mãe foi emocionante, minha filha há quase dois anos sofreu racismo na escola, por conta do cabelo, e foi horrível. Ela chorava muito, não gostava do próprio cabelo, não queria usar tranças e hoje ver que a sereia usa tranças e ver minha filha toda feliz e encantada em assistir isso nas telas foi emocionante. Eu chorei por isso, por tudo que minha filha passou e hoje ela se amar a ponto de querer usar tranças o tempo todo como a Ariel", revela a mãe.