LIXO ELETRÔNICO

Eletrosolidário reverte mais de R$ 11 mil para Apae

Por Redação | Apae Jundiaí
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Divulgação
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Mais de 11 toneladas de lixo eletrônico foram arrecadas na Campanha Eletrosolidário, promovida pela Indústria Fox, em parceria com o Ciesp Jundiaí. A campanha além de conscientizar e incentivar a doação de lixo eletrônico para correta destinação e reciclagem reverteu em R$ 11.610 que já estão nas contas da Apae de Jundiaí.

O presidente da Apae, Edison Gonçalves, parabenizou a iniciativa da empresa e do Ciesp Jundiaí. "A nossa diretoria está bastante antenada com os temas atuais e entendemos que o ESG, um conceito que está em alta no mercado, tem tudo a ver com a nossa instituição", comentou, ressaltando a importância de doações. "Os convênios cobrem apenas 65% das nossas despesas com atendimentos e pessoal e recebemos com muita alegria estes recursos que vão ao encontro da nossa luta incansável para cobrir os 35% restantes, por isso promovemos eventos como bazares e outras ações como a pizza e nosso jantar de aniversário. Também estão incluídos nestes 35% as doações de pessoas jurídicas e físicas e os recursos da Nota Fiscal Paulista", elencou.

A campanha além de educativa para quem doa teve um cunho social. Ao doarem, as pessoas sabiam que estavam ajudando a Apae de Jundiaí, em seis pontos de arrecadação: além da Apae e do Ciesp, as escolas Sesi e Senai também participaram da iniciativa.

De acordo com Marcelo Souza, diretor de Meio Ambiente do Ciesp Jundiaí e CEO da Indústria Fox, tudo que foi arrecadado reverteu em dinheiro para a Apae de Jundiaí. "As pessoas têm o costume antigo de guardar aparelhos que estão quebrados ou ultrapassados, imaginando que um dia vão consertá-los ou voltar a usá-los. Mas conseguimos mostrar que esse aparelho que estava ocupando espaço na casa e juntando poeira poderia se transformar em dinheiro e impactar os jovens atendidos pela Apae de Jundiaí", comentou Marcelo.

Na Indústria Fox, o processo de reciclagem dos equipamentos eletroeletrônicos e não refrigerados segue a norma ABNT 16.156:2013 e a Lei 12.305:2010, bem como instruções técnicas de trabalho específicas, que consistem em etapas manuais e mecanizadas para desmontagem, trituração e descaracterização. Os produtos sem refrigeração são inspecionados previamente para detecção de componentes nocivos e/ou não tratáveis na planta em Cabreúva, mas que terão a destinação adequada e legal. "Caso os produtos não apresentem nenhum resíduo contaminante estes seguirão às etapas de desmontagem manual e mecanizadas para descaracterização. Todos os materiais arrecadados seguiram o mesmo ritual: registro do material, triagem e classificação, aplicação da instrução técnica de trabalho e o processo correspondente conforme o tipo de material", explicou.

Empresários de Jundiaí e Região podem contribuir com os projetos da Apae das mais diversas formas: doando tempo, produtos para serem vendidos em bazares temáticos ou ainda se tornar uma Empresa Amiga que financiam os programas e atendimentos da Apae.

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