SURTO PSICÓTICO

É falsa a informação sobre alunos feitos reféns em escola de Várzea Paulista nesta terça

Por Fábio Estevam | Polícia
| Tempo de leitura: 2 min
REPRODUÇÃO
Anderson informou que, assim que solicitada, a GM compareceu ao local e controlou a situação
Anderson informou que, assim que solicitada, a GM compareceu ao local e controlou a situação

De acordo com Guarda Municipal e a Secretaria de Educação do Estado (Seduc), é falsa a informação que viralizou nas redes sociais nesta terça-feira (29) de que alunos e professores da Escola Estadual Professor Marcos Alexandre Sofre, no Jardim América, em Várzea paulista, haviam sido mantidos reféns nesta tarde por criminosos dentro da unidade escolar. A reportagem do Jornal de Jundiaí apurou que, na verdade, a ocorrência foi sobre um aluno com surto psicótico que atacou alguns colegas, sendo detido e acalmado por funcionários da escola, até a chegada da GM.

As informações mentirosas, lançadas nas redes sociais, deixaram pais e população amedrontados e preocupados. Inicialmente, ao receber um áudio gravado por uma mulher, em que ela fala sobre os alunos e funcionários sendo mantidos reféns, a reportagem entrou em contato com uma profissional ligada à diretoria da referida escola, que desmentiu sobre o crime, alegando que havia ocorrido apenas uma briga de alunos ao lado de fora, na rua.

Porém, com indícios de que esta informação também e era falsa, o JJ procurou a Seduc, que informou nesta noite, por meio de nota encaminhada à redação, que "a Diretoria de Ensino de Jundiaí informa que a unidade Escolar ao identificar o problema tomou medidas restaurativas para garantir a segurança do aluno e dos demais estudantes. A equipe de gestão informou os responsáveis do aluno e priorizou toda assistência. O caso vai ser registrado no Placon, que acompanha as ocorrências escolares inseridos na plataforma Conviva SP. Caso haja autorização dos pais, a escola oferece aos alunos acompanhamento pelo programa Psicólogos na Educação."

A Guarda, por sua sua vez, se manifestou por meio das redes sociais em vídeo gravado pelo subinspetor Anderson, supervisor operacional da Corporação. No vídeo ele fala em "maldade" das pessoas que espalharam notícias falsas e pede "responsabilidade" ao divulgar informações, inclusive dificultando o trabalho das forças de segurança, sem que se tenha certeza da veracidade

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