O carro de Pâmela Letícia Nolastro Cunha, um Fiat Mobi branco, assassinada na zona rural de Piratininga, nesta quinta-feira (8), estava com marcas de sangue na parte interna. A informação foi passada pelo delegado Dinair José da Silva, que está investigando o caso. Até a publicação desta reportagem, nenhum suspeito havia sido preso.
O corpo da jovem, de 29 anos, foi encontrado cerca de 30 quilômetros do local onde seu carro estava estacionado, na rua São Januário, no Jardim Redentor, e apresentava marcas de violência. De acordo com o delegado Dinair José da Silva, após receber informações de que o corpo estaria em Piratininga, foram realizadas buscas pela Polícia Militar de Piratininga, e ele foi localizado na Fazenda São João 2, na zona rural da cidade. A Polícia Científica realizou a perícia, tanto no carro, quanto no local onde o corpo foi encontrado. “Mais detalhes de como se deu a morte dela, somente após o laudo do IML”, informou o delegado.
A irmã e o sobrinho estiveram no local e reconheceram as roupas da jovem. A mãe de Pâmela também esteve presente, mas deixou o local ao passar mal. Amigos da jovem que trabalham como motoristas de aplicativo também acompanharam os trabalhos. A tia informou ao JC/JCNET que Pâmela não estava em nenhum relacionamento e não tinha queixas de nenhuma desavença. A Polícia Civil continua investigando o caso.