A relação entre os 3 poderes da República - Executivo, Legislativo e Judiciário - está defasada faz algum tempo.
A comunicação pública e sua transparência estão com falhas estruturais e sua complexidade geram interpretações errôneas para a democracia brasileira.
A população, nessa engrenagem quebrada atualmente e seus freios e contrapesos deixam a população mais confusa principalmente para as eleições que estão chegando.
A interpretação do brasileiro médio se faz também pela polarização política da esquerda e extrema direita, onde os ministros do STF são vistos como dos Bolsonaros ou Lulopetistas.
Essa guerra ideológica e meias verdades, principalmente nas propagandas eleitorais, deixam os eleitores vermelhos e verdes-amarelos atônitos e ativam os impulsos da propaganda, vazados à imprensa, terceirizados às redes sociais, gerando o descrédito parcial ou total das instituições.
Juntamente com as indicações dos presidentes para o STF, que são interpretadas literalmente nas escolhas e alianças, a politização das mensagens chegam " manipuladas " pelas decisões supremas.
O justo seria, no mínimo, a renúncia do Alexandre de Moraes e André Mendonça e, no máximo, a de Kassio Nunes e Fux, citados no caso do Banco Master.
As pizzas chegaram quentinhas, mas a vingança de ambos os lados será totalmente fria, deixando o povo mais confuso nessa complexidade pelo Poder.