CASO LARISSA

Suspeito principal, PM é preso no velório da esposa

Por | da Rede Sampi
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Reprodução/redes sociais via Metrópoles
De acordo com o boletim de ocorrência, Larissa e Vinícius conversaram sobre o fim do relacionamento nas horas anteriores à morte.
De acordo com o boletim de ocorrência, Larissa e Vinícius conversaram sobre o fim do relacionamento nas horas anteriores à morte.

O policial militar Vinícius Costa Silva foi preso temporariamente nessa segunda-feira (7), durante o velório da esposa, Larissa Cruz Morata, de 29 anos. Ele é suspeito de envolvimento na morte da mulher, encontrada com um tiro na cabeça no domingo (6), numa casa em Embu das Artes, na região metropolitana de São Paulo.

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A arma do PM foi localizada sob o corpo da vítima. O caso foi inicialmente registrado como morte suspeita, diante da possibilidade de suicídio, mas a Polícia Civil solicitou a prisão temporária do policial após identificar elementos que indicam a necessidade de aprofundar a investigação.

A arma, o carregador, as munições e o estojo deflagrado foram apreendidos e encaminhados ao Instituto de Criminalística para exames periciais e balísticos. Também foram solicitados exames residuográficos nas mãos do policial e da vítima.

O corpo de Larissa foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) para exame necroscópico, que deve contribuir para determinar a causa da morte e analisar as características do disparo.

Segundo a Secretaria da Segurança Pública (SSP), o policial foi apresentado pela Corregedoria da PM e transferido para o Presídio Militar Romão Gomes, na zona norte da capital paulista. O caso é investigado.

A avó de Larissa, Maria Aparecida Morata, afirmou à imprensa que a neta não se matou e apontou o PM como responsável pela morte. Segundo ela, Larissa tinha planos pessoais e não estava em processo de separação. Uma irmã do policial, que estava no imóvel para cuidar do filho menor do casal, também afastou a hipótese de suicídio.

De acordo com o boletim de ocorrência, Larissa e Vinícius conversaram sobre o fim do relacionamento nas horas anteriores à morte. 

A investigação ainda apura se o disparo foi autoinfligido ou se houve participação de uma terceira pessoa. A perícia do local, o exame necroscópico, os exames residuográficos e os testes balísticos serão analisados em conjunto para esclarecer a dinâmica da morte.

Com informações do Metrópoles.

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