OPINIÃO

Reforma fiscal - socorro!


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A reforma tributária aprovada no Congresso brasileiro e já em implementação é o corolário da incompetência, da má fé, do corporativismo, que caracterizam a administração lulopetista, apoiados por um Congresso também altamente incompetente e corrupto, formado por interesseiros no próprios rabos, que representam qualquer coisa menos os interesses da nação, tudo referendado por uma cúpula judiciária que é de conhecimento de todos.

Não se tem mais nada a acrescentar ao nosso judiciário, vergonhoso. Uma reforma desastrosa, passando do atual caos tributário já existente para um redemoinho desconhecido, mais incerto ainda e injusto, onde se buscou apenas mudar as "formas de tributação", mas nunca buscou um ajuste fiscal do país.

Ou seja, nunca se privilegiou ajustar as contas entre receitas e despesas, buscando a redução das despesas, mas sempre a possibilidade de aumentar a tributação, ou seja, tentando compensar o equilíbrio com o aumento das receitas pelas taxações. Isto está claro, pois faltando 5 meses para entrar em vigor em 01/01/2027, desconhece-se a alíquota do IVA Dual (o CBS-Contribuição sobre bens e serviços e o IBS-Imposto sobre bens e serviços).

É uma mistura de incompetência, com gastança irresponsável, um verdadeiro "pandemônio tributário" como disse o bom economista Paulo Guedes, ex-ministro da fazenda, substituído no processo democrático pelo arremedo de economista Fernando Haddad.

Vamos iniciar o ano de 2027 sem esperanças mais, pois a lei da reforma tributária foi aprovada, não há mais como mudar dentro do processo legal e democrático.

Aí vão dizer, dentro da democracia, o povo quis assim pois houve a aprovação dos representantes eleitos por este povo. Estes são os nossos governantes, os nossos representantes.

Vão derrubar de vez o nosso já combalido sistema econômico.

Só resta uma expetativa por parte dos otimistas: vamos ter que comer merda enquanto os pessimistas pensam que não vai ter merda para todos.

Desculpem a analogismo com a piada grosseira e estúpida, mas é a forma mais simples de demonstrar o quadro em que nos encontramos.

 

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