Li no JC de 9/08 que a Polícia vai fazer perícia no celular da secretária da Apae, Cláudia Regina da Rocha Lobo, desaparecida desde a tarde da última terça-feira e por quem nós e todos os bauruenses se comoveram e passaram a ofertar orações ao Pai, para que a própria retorne sã e salva ao convívio dos familiares e amigos. Todos estamos chocados e aflitos, esperando que a Polícia Civil solucione o caso, através dos seus préstimos profissionais e mais, encontre alguns indícios no celular da desaparecida que possam ajudar nos atos investigatórios.
É imperioso lembrar que a mesma dirigiu-se ao carro estacionado nas imediações da Apae do centro. As hipóteses são inúmeras mas, convenhamos: 1. teria alguém esperando por ela de tocaia dentro do carro, quando a própria adentrou o veículo? 2. Qual o destino dela quando deixou a empresa? (ela pode ter avisado algum funcionário para onde iria e fazer o quê? É impossível ela ter saído sem avisar a alguém onde iria)
3. Perguntar a alguém no local onde ela iria se ela chegou ou esteve lá. Tudo isso para saber se ela teria ou não sido sequestrada durante esse trajeto etc. A Polícia Civil sabe o que fazer. De minha parte, entendo que o fato do veículo ter sido deixado em perfeitas condições na Vila Dutra pode caracterizar que a mesma esteja sob guarda de alguém para pedir eventual recompensa, pois, geralmente, quando a vítima é deixada sem vida, incendeiam o veículo para não deixar pistas. Não foi o caso, pelo menos aparentemente. E o fato do veículo ter sido encontrado na Vila Dutra pode transparecer que o eventual algoz resida nas proximidades.
Tudo isto é intrigante, pois a desaparecida havia deixado sob a mesa de trabalho a bolsa e o celular. E este gesto nos leva a crer que a mesma deveria retornar logo, mas não voltou! Na verdade, tudo isto são conjeturas que precisam ser pesquisadas, apuradas. E isto compete exclusivamente à Polícia Civil, que tantos bons serviços tem prestado à população e está agindo com ênfase para desvendar o assunto. Só esperamos, e também os milhares de habitantes que continuam apreensivos e em grande aflição, que a perícia técnica no aparelho seja logo esclarecida para a população, ávida por notícias, pois se encontra aflita com esse desaparecimento. Convém lembrar, também, que foi colhido material genético junto a uma roda do veículo encontrado na Vila Dutra. E através do material genético pode identificar-se quem foi o portador, através do teste de DNA que é feito a partir de qualquer amostra biológica, como sangue, fios de cabelo, esperma e saliva ou outros. Logo, são realizadas análises moleculares para que possa ser identificada toda a estrutura do DNA humano e, assim, verificar a compatibilidade entre as amostras, muito embora não tenha sido esclarecido qual o tipo de material genético colhido!
Em investigações criminais, normalmente a análise de DNA é feita para identificar se um suspeito é culpado ou não. Isso ocorre em razão de que, muitas vezes, em cenas de crimes, é encontrado material biológico do culpado, como sangue e cabelos. A Polícia agiu certo ao colher material genético para análise. Os policiais sabem o que estão fazendo, pois, através desse material, é possível observar o DNA e compará-lo com o de eventuais envolvidos.
Como o DNA é único para cada indivíduo, fica fácil saber quem é o culpado entre vários suspeitos. Todavia, enquanto isso, só nos resta continuar em constantes orações para que o Pai permita o retorno da Cláudia ao convívio da família e amigos em perfeitas condições, sem permitirmos que o nosso pensamento se desvie para caminhos indesejados. Tenhamos fé e esperança.
Por isso, peço, a todos, indistintamente, inclusive padres, bispos e pessoas de quaisquer correntes religiosas que tenham compaixão com o semelhante, que se curvem ao Altíssimo, numa grande prece conjunta, formando uma corrente grandiosamente forte, para pedir, mais uma vez, pelo retorno da Cláudia ao convívio da família, dos amigos e dos bauruenses que clamam ao Senhor pela sua urgente volta e em perfeitas condições de saúde. Alô, Letícia, estamos juntos nesta hora tão dolorosa e aflita que você está vivendo com a família. Alô, pessoal da Apae, firmes na grande oração do meio-dia!
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