OPINIÃO

Albert Einstein

Por Prof. Gilberto Sidney Vieira |
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Um alemão da gema. Prêmio Nobel de Física (1921). Ele vivia como asilado nos EUA. Em 2/9/1939 enviou carta ao presidente: Hitler tentava desenvolver a bomba atômica. O que catalisou a imediata criação do "Projeto Manhattan" (=a fabricação de bombas nucleares).

Em 7/12/1941, a frota americana ancorada no Havaí, atacada de surpresa e destruída por 350 aviões japoneses. Assim os EUA entraram na II Guerra Mundial. Em 6/8/1945, uma bomba de urânio é lançada em Hiroshima. O imperador Hiroito não se rendeu.

Em 9/8/1945, bomba de plutônio lançada em Nagasaki. Hiroito se rendeu. Em 10/3/1947, em carta publicada na revista "Newsweek" Einstein conta seu remorso por mais de 110 mil japoneses mortos.

Ele era muito respeitado por militares americanos de alta patente. Em 14/8/1955, ele morreu. Shirley Wright foi assistente dele. Também amiga e confidente. Ela contou, no leito de morte, em 2015, à ufóloga Sheila Franklin, a saga que segue. Em 4/7/1947 numa fazenda em Roswell (Novo México), um ufo caiu. Militar de alta patente convidou sigilosamente os 2 para irem ao local do sinistro. Ela disse que o ufo era discoide e estava danificado num dos lados.

Era feito de material opaco. Tinha 1/4 da altura do hangar. Os 2 viram 5 ETs mortos. Idênticos, sem cabelos, enormes olhos negros e com 1,50 m de altura. Ela ficou chocada. Ele, não. Porque ela já sabia que Einstein acreditava em vida extraterrestre.

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