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Homicídio

Redação
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Versão da morte de rapaz é controversa

Versão da morte de rapaz do Jaraguá

é controversa

Para a família, ainda existe dúvida a respeito da morte do servente de pedreiro e estudante. A mãe dos dois adolescentes que teriam estado com Silva, Rosa Maria Monteiro, afirmou que no momento do fato havia nove pessoas na casa, mas ninguém no cômodo em que o rapaz morreu. "Foi um pânico, coisa que eu nunca vi na vida. A gente até chegou a achar que fosse bombinha, por causa da época". Ela afirmou que Silva seguiu diretamente para os fundos da casa, onde a televisão estava ligada, sem que ninguém o notasse.

Para a família e os amigos mais íntimos, o rapaz foi assassinado. "Ele não era canhoto, era destro e o tiro entrou da esquerda para a direita", disse um dos vizinhos. Silva teria chegado do serviço no horário do intervalo do jogo Corinthians e Palmeiras, tomado um banho rápido e seguido para a casa dos amigos. Duas pessoas estariam com ele na hora do ocorrido.

O atestado de óbito da Funerária Terra Branca, que tem valor apenas de registro, coloca como causa da morte um traumatismo crânio-encefálico. O que levou ao traumatismo craniano ainda está sendo investigado e só será conhecido após o depoimento das testemunhas e realização do exame residuográfico, que é feito pela Polícia Técnica, para constatar se havia ou não pólvora na mão do rapaz.

De acordo com os entrevistados, Silva era querido por todos, estudioso, trabalhador e não possuía arma em casa, onde morava com a mãe e mais quatro irmãos.

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