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Suicídio

Redação
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Funcionário da CEF suicida-se

Funcionário da CEF suicida-se

Um funcionário da Caixa Econômica Federal, unidade anexa a Justiça Federal, se matou com um tiro na cabeça. O suicídio aconteceu pouco antes do meio-dia em uma das salas da unidade. O corpo foi encontrado pelos companheiros de trabalho dele.

O gerente substituto Aristides da Cruz Maria, conhecido entre os amigos por "Ari", 39 anos, usou a arma do vigia que estava no cofre para cometer o suicídio. Segundo informações do superintendente da CEF Júlio César de Toledo, o funcionário tinha as chaves e era o primeiro a chegar, todos os dias. "Era ele quem abria a unidade, antes dos demais chegarem."

Ontem, os funcionários chegaram para o trabalho e a porta de entrada não foi aberta, como de costume. "Eles estranharam e foram olhar por uma janela. Perceberam que a carteira do Ari estava sobre a mesa e o carro dele na garagem. Pensaram que se tratava de um seqüestro ou roubo."

Passado alguns minutos, os demais funcionários resolveram estourar a janela de outra sala. "Nós não temos conhecimento de que ele estava com sérios problemas profissionais ou familiares", disse um dos funcionários.

Os companheiros de trabalho de Ari ficaram chocados e consternados com a cena. Segundo informações, o tiro atravessou a cabeça e se fixou na parede da sala.

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