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Trânsito

Ieda Rodrigues
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Comerciante considera perigoso os retornos da Nações Unidas

Comerciante considera perigoso os retornos da Nações Unidas

Texto: Ieda Rodrigues

O comerciante Luiz Koury Miranda, proprietário de uma loja de automóveis na quadra 15 da avenida Nações Unidas, já perdeu a conta do número de acidentes que presenciou na via e das vítimas que socorreu. Preocupado com a possibilidade de acidentes com vítimas fatais, ele sugere a retirada dos retornos de conversão à esquerda na via.

Para Miranda, os retornos de conversão à esquerda são os principais causadores dos acidentes. "É um absurdo em uma avenida de trânsito rápido, como a Nações Unidas, poder virar à direita ou

à esquerda", disse. A sugestão do comerciante

é construir divisórias entre as pistas da Nações para proibir os retornos na avenida nos cruzamentos das ruas Benjamin Constant e Constituição.

A alternativa para as conversões, na opinião de Miranda, seria pela Praça Lions, com a implantação de um semáforo. Com essa medida, os acidentes naquela altura da Nações poderiam ser reduzidos em 70%, acredita o comerciante. O último acidente presenciado por ele, de uma motociclista, o deixou revoltado. "O que estamos esperando? Assim como foi com a motociclista, pode ser com um funcionário meu ou comigo", ressaltou.

Miranda explicou que, principalmente nos horários de pico

- por volta das 8 e 17h30 -, quando o volume de veículos na Nações é maior, o risco de acidente é muito grande. Isso porque forma-se uma fila de veículos aguardando para fazer a conversão, com risco de colisão traseira e lateral, e chegam a ficar até três carros na divisão das duas pistas (os mostoristas que transitam no sentido bairro/Centro e querem mudar de pista esperam na divisão entre as duas pistas, o mesmo ocorrendo com aqueles que estão transitando no sentido Centro/bairro e vão mudar de sentido).

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