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Redação
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PM apreende 43 pedras de crack no Jaraguá

PM apreende 43 pedras de crack no Jaraguá

A Polícia Militar apreendeu, ontem pela madrugada, 43 pedras de crack na casa número 1-65 da rua Francisco Delgrecias Rechi, no Parque Jaraguá. A droga, segundo a polícia, estava no bolso da bermuda de Durval do Carmo Ramos, 28 anos, que foi autuado em flagrante por tráfico de drogas e encaminhado

à Cadeia Pública de Bauru.

Os soldados Moreno e Fontes, do Pelotão Leste, chegaram até a casa de Durval depois de receber denúncias anônimas da existência de drogas no local. Ao se aproximar da casa, os policiais verificaram que duas pessoas, em uma moto, que estavam nas imediações, fugiram tomando rumo ignorado.

Durval foi abordado e não ofereceu resistência. Ele foi submetido à revista pessoal, quando os policiais encontraram, no bolso da bermuda que ele usava, as 43 pedras de crack. A ocorrência foi registrada por volta das 4 horas da madrugada.

Notas

Moradora denuncia matança de gatos

A advogada e comerciante Maria Helena Mangieri, moradora na quadra 4 da rua São Luiz, no Higienópolis, entrou em contato com o JC para denunciar o que ela considera uma matança de animais. Desde o início do mês, cinco gatos e um cachorro das imediações de sua casa, foram mortos envenenados, segundo ela.

Ontem, Maria Helena conseguiu, através do Departamento de Saúde Coletiva, enviar amostra do material que ela diz já saber que é veneno para análise na Universidade Estadual Paulista (Unesp) de Botucatu. Veterinários que atenderam os animais que morreram teriam afirmado tratar-se de veneno.

Dois gatos de Maria Helena - um siamês e um vira-lata - morreram nos últimos dias. O veneno estaria sendo administrado junto com carne, em um terreno baldio da quadra 4 da rua São Luiz. A denunciante disse que descobriu várias porções de carne sobre uma mistura de veneno e pó de vidro no terreno.

Outros dois gatos e um cachorro, de moradores das ruas Xingu, Luiz Aleixo e Manoel Bento Cruz, imediações do terreno baldio, também morreram. Maria Helena disse que enterrou as porções de carne envenenada, preocupada com a possibilidade de outros animais e até pessoas ter contato com o material. Maria Helena disse que um catador de papel, acompanhado por seu filho, sempre trabalha o terreno. Ela não tem suspeitas de quem seja o autor dos envenenamentos.

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