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Doenças reeditadas

Redação
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Doenças reemergentes: cuidado com elas

Quando o brasileiro pensava que estava livre de doenças como a febre amarela, leishmaniose, tuberculose, dengue, cólera e até as gripes mais fortes, elas voltam a preocupar as autoridades sanitárias. São as chamadas doenças reemergentes, ou seja, as que foram completamente erradicadas em determinada região e, depois de um tempo, ressurgem.

Num relatório divulgado no ano passado, a Organização Pan-Americana de Saúde (Opas) informa que uma das causas de incidência destas doenças é a deterioração da aplicação de estratégias de saúde, em especial de vigilância e de escassez de recursos para que os laboratórios possam identificar rapidamente os agentes causadores.

Especialistas ainda apontam o aumento da população que vive em áreas sem saneamento e o desmatamento de áreas virgens de floresta como responsáveis pelo reaparecimento de algumas doenças infecciosas no Brasil.

O risco de reurbanização da febre amarela é apontado por infectologistas brasileiros como a ameaça mais séria do fenômeno das doenças reemergentes.

Bauru, segundo o Departamento de Saúde Coletiva, órgão da Secretaria Municipal de Saúde de Bauru, nunca registrou casos de febre amarela. Por outros, já passou por várias epidemias de dengue, a partir do final de 1990, quando foram registrados os primeiros casos da doença na cidade. Por conta disso, preocupa-se - e muito - com a possibilidade de aparecimento da dengue hemorrágica, apesar de a Vigilância não ter registrado casos suspeitos na cidade.

Outras doenças

Dados da Vigilância Epidemiológica ainda mostram que não há motivos para alarmes. Por enquanto, doenças como meningite, sarampo, tuberculose estão sob controle. Mas isso não significa que a população pode se descuidar.

Especialmente no caso da febre amarela, a grande preocupação do País, hoje, a maneira mais eficiente de evitá-la

é erradicando criadouros e tomando vacina.

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