Geral

Iscas

Roberta Mathias
| Tempo de leitura: 5 min

Conhecendo iscas artificiais com Rubinho

Mais uma vez, um dos mestres da pesca esportiva no Brasil, Rubinho Almeida Prado, estará em Jaú ministrando um curso. Desta vez, o assunto em pauta é isca artificial. Ele estará na cidade no dia 26 de março, a convite da Jaw Fishing Time, a mesma empresa que organizou o curso de Fly, no ano passado. Pescadores que pretendem entrar no mundo das artificiais, terão a oportunidade de conhecer o assunto e descobrir as melhores formas de utilizá-las.

Aproveitando-se de informações sobre iscas e diferentes tipos de ações, o pescador amplia suas possibilidades de sucesso na pescaria, sejam de madeira, metal ou outro material. O mestre orienta: "conhecer a sua classificação

é o segredo para atrair uma quantidade muito maior de peixes nas pescarias". Além disso, o pescador que fizer o curso ficará sabendo mais sobre a qualidade das iscas e saberá se orientar melhor na hora da comprar.

Apesar de muitos pescadores ainda terem um certo "preconceito" com relação às iscas artificiais, esses peixinhos fazem muito sucesso nas águas. O prazer da pescaria é diferente na artificial, apesar de perder um pouco na quantidade, ganha-se muito na esportividade da pescaria. Assistir um tucunaré atacando uma um isca de superfície é um espetáculo fantástico e depois vem uma boa briga. Portanto, para aproveitar ao máximo o desempenho de cada modelo e saber a hora certa de utilizar-se dele, o curso é uma boa opção, além do pescador ser observador para escolher a isca certa na hora certa. O Rubinho, com certeza, dará algumas dicas.

Há um ano, Rubinho fundou a Pescaventura, uma escola de pesca que vem ministrando nove tipos de cursos em vários Estados brasileiros, inclusive na nossa região. Além dos pescadores tradicionais, mulheres e crianças fazem parte do grupo de pessoas formadas pela Pescaventura, só no fly básico foram 20 mulheres em 99. "As mulheres estão aderindo à pesca esportiva."

Em Jaú, o curso está sendo organizado por Natanael Diz, proprietário da Jaw Fishing Time e outro apaixonado por pescarias. É importante lembrar que além do curso, os interessados terão a oportunidade de conversar, trocar informações sobre pescarias, iscas e locais interessantes. Após a realização das atividades,

é feita uma avaliação do curso, na qual o aluno recebe o seu certificado de conclusão. O curso de iscas artificiais é indicado para adultos, jovens e crianças de ambos sexos e tem duração de oito horas. O início está previsto para as 8h30, em uma chácara, às margens do rio Tietê.

Serviço

Inscrições para o curso de Iscas Artificiais com Rubinho, no dia 26 de março, em Jaú, na Jaw Fishing Time (na avenida Zezinho Magalhães, 781). O telefone é

(14) 622-9933.

************ Troféu pescador*************

Kdu Magalhães fisgou um belo dourado de mar, nas águas de Cabo Frio. Pescaria de oceano é fascinante, principalmente quando o troféu chega a, acreditem!, 30 quilos. E não

é história de pescador, quem conhece o peixe sabe que ele fica grande. E a foto comprova!

Ilhabela encerra temporada

A lancha Attack, do comandante Arthur Santos Netto, foi a vencedora do Torneio de Encerramento da Temporada de Pesca Oceânica, realizado dia 12 de fevereiro no Yacht Club de Ilhabela (YCI). A equipe de Arthur, diretor de Pesca do YCI, além de campeã desta etapa ficou em terceiro lugar na classificação geral de toda a temporada, que teve início em outubro. Na saída do dia 12 a lancha liberou 5 sailfishes, somando 2480 pontos. Arthur pesca com os filhos Gustavo e Cristiano, confirmando o ditado, que família que pesca unida, permanece unida.

O comandante da lancha lancha Inaê, Bayard Umbuzeiro Filho, também contou com a cooperação dos filhos Bayard Neto e Beto para faturar o segundo lugar na competição, liberando dois sailfishes, e embarcando um dourado de 6,7 kg, num total de 1016,8 pontos. Em terceiro, a Ponto 30, de Nelson Fraile, somou 499 pontos, liberando um sailfish. Todos os sailfishes foram liberados com uma pequena marca de nylon numerada, fornecida pelo Instituto de Pesca de Santos, e pela TBF (The Billfish Foundation). Os pescadores esportivos colaboram assim durante os seus torneios com a pesquisa feita por entidades científicas para a conservação dos peixes de bico. Quando os peixes marcados são reencontrados

é possível estabelecer o trajeto o quanto eles cresceram no período, já que ao liberar os peixes os pescadores anotam o local e o tamanho estimado destes animais. As fichas ficam armazenadas nos computadores das entidades científicas, e mais de 400 peixes de bico já foram librados e marcados no Brasil através do "Projeto Marlim". O recorde de distância é de um swordfish liberado no Brasil e reencontrado após 11 anos e tres meses no mar, em águas internacionais argentinas.

No computo geral da Temporada, que teve início em outubro, a lancha Taniuka, do comandante Adhemar de Barros Neto, com os pescadores Roberto Veras, Emílio Massoni e Sílvio Valdissera ficou em primeiro lugar, com7305,40 pontos. Em segundo veio a Bacana, de Fabio Ferraz, com os pescadores André Magini Jr., Rodrigo Magini e Marcos Pozza, com5226,80 pontos e em terceiro a Attack, de Arthur Santos Netto, com 4884,70 pontos. A entrega de premios será feita dia 14 de março, em São Paulo.

A Temporada de pesca Oceânica é uma realização do Yacht Club de Ilhabela, e da W60, com o patrocínio da Globalstar, Mitsubishi Motors e Cia. Brasileira de Comércio Exterior. O apoio é da Transbrasa, Importa Comissária, Mazzaferro/Araty Ocean, Nautinet Dialdata e Fundamar.

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