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Disque-denúncia

Redação
| Tempo de leitura: 2 min

PM de Jaú incentiva disque-denúncia

A denúncia por telefone ou Internet vem sendo vista como uma forte aliada da polícia no esclarecimento de crimes

A Primeira Companhia da Polícia Militar de Jaú está disponibilizando e incentivando a utilização do serviço de disque-denúncia, com o objetivo de atender e valorizar ainda mais as informações que a população dispõe e muitas vezes quer comunicar à polícia. Pois, as denúncias, anônimas ou não, têm sido grandes aliadas da polícia no esclarecimento de crimes, que, no caso de Jaú, está em alta.

O disque-denúncia é um tipo de atendimento, segundo o comandante da Companhia, capitão Airton Troíjo, especial, principalmente para aquelas pessoas que desejam fazer uma denúncia mas por algum motivo se sentem amedrontadas ou inseguras. Então, através do disque-denúncia, a informação poderá ser transmitida aos policiais e o denunciante, se preferir, não precisa se identificar.

O serviço, segundo Troíjo, consiste em receber da população informações sobre pessoas que estejam furtando, depredando patrimônio público, vendendo objetos suspeitos, traficando ou em outras situações lesivas a alguém. As denúncias podem se feitas pelo telefone (014) 622-1057 (atendimento 24 horas) ou ainda via Internet pelo endereço 27bpmi1cia@polmil.sp.gov.br

O disque-denúncia da PM já existe há algum tempo mas não conta com muita divulgação. Mesmo assim, segundo Troíjo, neste mês ocorreram várias denúncias que resultaram em duas prisões por furto, duas por entorpecente e um veículo foi recuperado. Em todos os casos a identidade dos denunciantes foi preservada. Há também a preocupação, em alguns casos, segundo Troíjo, de não revelar que um determinado crime foi esclarecido através de uma denúncia anônima. Isso ocorre porque às vezes, o criminoso pode desconfiar ou mesmo fazer suposições sobre o denunciante e tentar alguma represália. Isso, segundo a polícia não é comum, mas pode ocorrer.

Normalmente, os dados obtidos com o disque-denúncia são armazenados em um banco de dados e repassados para o supervisor de policiamento e, segundo Troíjo, de acordo com o grau das denúncias, são tomadas as providências necessárias, imediatas se for o caso, ou ainda podem ser encaminhadas para outros órgãos competentes.

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