PSB reúne pré-candidatos a vereador com dinâmica de grupo
Texto: Erika de Lima
A reunião de ontem dos pré-candidatos à vereador da coligação conhecida como "Aliança 21", que envolve os partidos PSB, PV e PC do B, na sede do PSB, foi marcada por uma dinâmica de grupo e também pela reflexão da liderança acerca das novas coligações e vereança.
O intuito era reunir os pré-candidatos, também do PMN, para que eles se interagissem, falando de seus projetos. Além disso, a ampliação do número de vereadores dos partidos também estava na pauta.
Ao mesmo tempo em que a dinâmica grupal ia "soltando" a língua dos 20 candidatos, que compareceram à reunião, para falarem de seus objetivos, suscitava questionamentos entre as lideranças a respeito das três novas coligações, que estão por vir. "Nós pretendemos fazer novas coligações, mas isso ainda está em discussão", afirma o secretário geral do PSB, Antônio Pedroso Júnior.
As lideranças disseram que a dinâmica, coordenada pela professora do Departamento de Psicologia da Unesp, Adriana Chaves, deixaria os pré-candidatos mais à vontade para interagirem-se.
O presidente do PSB, Pedro Romualdo, aponta que, a partir desse encontro, o partido terá como foco a unidade entre as coligações.
"Também podemos incluir a organização e a disciplina como itens essenciais em nossas reuniões", ressalta.
Em relação ao número de candidatos, as lideranças relatam que é cedo para ter uma posição definida.
"Uma outra pretensão nossa é o desmembramento de uma coligação para sairmos com outras duas, sendo cada uma constituída por 42 candidatos", explica Pedroso Júnior.
A legenda não descarta a possibilidade de receber até 150 candidatos, mas isso ainda está em estudo. A discussão
é o caminho a ser seguido para a ampliação
à vereação. "Nós queremos aumentar o número de pré-candidatos a vereador ao invés de limitar o quadro", frisa Romualdo.
No último sábado, foi realizada uma reunião, mas só com os os pré-candidatos do PSB. O partido questionou a interação dos candidatos proporcionais com os pré-candidatos. "Estamos dependendo da chegada dos novos partidos, que virão somar conosco, para então decidirmos como fazer a eleição proporcional", conclui Pedroso Júnior.