Enfermaria do Manoel é inaugurada
Texto: Erika de Lima
Enfermaria clínica reformada terá 32 leitos com equipamentos novos. O total da obra custou R$ 116.745
Vinte dias após a previsão de seu término, uma das enfermarias que atendia casos clínicos do Hospital Manoel de Abreu, que estava reformando, será inaugurada hoje, pela manhã. Nela acomodam 32 leitos, dos quais 21 foram comprados recentemente pela Associação Hospitalar de Bauru, mantenedora da instituição.
Segundo a diretoria da AHB, a reforma foi completa. Telhados, parte de hidráulica e elétrica trocados, o forro e o piso são novos. Até mesmo as paredes tiveram modificações.
Os 32 pacientes atendidos pela enfermaria foram amparados em outra ala do hospital, para que a reforma fosse concluída. As alas estão sendo remanejadas para não oferecer riscos aos pacientes internados e servidores.
A reforma, que deveria ser entregue há 20 dias, custou R$ 35 mil na primeira fase das obras e R$ 81.745 na segunda, somando R$ 116.745 para a conclusão da obra. O dinheiro ainda é uma parte do repasse feito pelo Governo do Estado destinados à reforma do Manoel de Abreu, de R$ 420 mil.
No entanto, essa não é a única obra a ser realizada no Manoel de Abreu. As obras começaram desde o dia 27 de setembro do ano passado, com o forro e a cozinha, que ainda não está pronta. Porém, ambos estavam em condições precárias.
Nesse período, uma comissão foi formada para viabilizar o serviço e não interromper o atendimento à população. A comissão previu um ano para finalizar as obras que começaram em setembro de 1999, no entanto, a data não está de acordo com o cronograma e as chances para terminar as obras daqui há dos meses são poucas.
Faltam ainda as alas das enfermarias 2, 3, 4 e 5 para concluir a reforma. A enfermaria 5 (possui 19 leitos), que trata de pacientes com doenças infecto-contagiosas, já foi desativada e deverá ser iniciada sua reforma.
De acordo com a diretoria da AHB, as reformas não ficaram prontas antes porque o hospital é muito antigo e, por isso, requer tempo e foge à previsão. A diretoria ressalta que surgem problemas durante a reforma, por causa da estrutura física do hospital, que são levados ao engenheiro para ele analisar o melhor serviço a fazer e, isso demanda tempo.