Geral

Remédios

Redação
| Tempo de leitura: 2 min

Preços dos medicamentos devem baixar

A partir desta semana, os consumidores deverão começar a pagar menos pelos remédios. Essa, pelo menos, é a expectativa das farmácias, que ainda estão à margem de detalhes sobre o congelamento de preços determinado pelo Ministério da Saúde. Pela medida do governo, ficou estabelecido que os medicamentos deverão ter seus preços retroagidos às tabelas praticadas em 1 de junho.

A determinação prevê a redução a partir de agosto, mas as negociações entre a Indústria Farmacêutica e o Ministério da Saúde ainda não terminaram. Por conta das incertezas, a própria Associação Brasileira do Comércio Farmacêutico

(ABCFarma) vem adiando informações sobre o assunto. O congelamento, porém, está garantido apesar das negociações estarem em aberto, devendo prosseguir até dezembro deste ano.

O fato de os aumentos aplicados aos remédios não terem ocorrido de forma linear vem impossibilitando previsões quanto aos percentuais de redução. "Não temos condição de afirmar que a queda será de 20%, por exemplo, porque os aumentos variaram de laboratório para laboratório, e de remédio para remédio. A questão do aumento estava muito solta antes do governo intervir", comentou o proprietário de uma das principais redes de farmácia de Bauru.

Segundo ele, as tabelas de preços vinham sofrendo alterações quase que diárias, o que também dificulta o cálculo do percentual acumulado de aumento durante o ano. Sabe-se, no entanto, que o reajuste de preços do setor foi um dos maiores, ao lado dos combustíveis, energia elétrica e tarifas telefônicas. Vale avisar os consumidores que a queda nos preços, por razões já comentadas, não será regular, ou seja, não ocorrerá no mesmo dia para todos os produtos. De acordo com as farmácias, ela deverá estar ocorrendo na medida em que os laboratórios forem assinando acordos com o governo. Isso, porém, tem determinação para acontecer imediatamente. (JC)

Comentários

Comentários