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Prisão

Rita de Cássia Cornélio
| Tempo de leitura: 1 min

Mãe leva celular no sapato para preso

Texto: Rita de Cássia Cornélio

Mãe de detentos da cadeia de Piratininga tentou entrar na prisão com dois celulares escondidos na sola do sapato

A mãe de dois presos da cadeia pública de Piratininga tentou entrar no presídio com dois celulares. Ela foi barrada pelo carcereiro que descobriu que os sapatos dela tinha sola vazada e dois aparelhos celulares semi- desmontados.

A apreensão aconteceu ontem pela manhã, início do horário de visitas da cadeia. O carcereiro fazia a revista pessoal e quando usou o detector de metais, este acusou que havia metal no sapato da visitante, Elza Silva Ulian, 46 anos.

Ao observar os dois pés do sapato, ele notou que ambos estavam recém colocados e no interior deles haviam dois aparelhos: um motorola e outro, Sansung. De acordo com a polícia, havia informações que ontem entrariam visitas levando aparelhos celulares e droga.

Segundo o diretor da cadeia, delegado Eduardo Sganzela, uma pequena porção de maconha foi apreendida com outra visita.

"Era um pequeno cigarro que foi enquandrado em porte e uso." Ele preferiu não divulgar o nome da visita.

Os aparelhos celulares foram apreendidos e os presos Anderson Ulian e seu irmão, Alexssander Ulian, ambos presos sob suspeita de tráfico de entorpecentes, serão transferidos da cadeia. "A visita dos irmãos foi suspensa e eles serão removidos de Piratininga", garantiu o diretor.

De acordo com ele, a apreensão será encaminhada para a delegacia Seccional. Há suspeitas de que os celulares seriam usados num plano de fuga. Ou mesmo para fornecer detalhes da rotina da carceragem, para um possível resgate de presos. Outra hipótese aventada foi a do controle do tráfico de drogas do interior da cadeia.

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