Para medir, não basta a régua de madeira; é preciso que o metro seja dividido em centímetros. Unidades e subunidades. Em uma palavra, toda avaliação precisa de valores, princípios e critérios. Tal como no caso da regulamentação dos programas de TV por faixa etária...Será que existem novas normas que exigem das emissoras de TV a indicação, antes e durante a programação, da faixa etária "recomendável", levando-se em conta o conteúdo da programação? Em outros termos: quanto de sexo e violência, crueza e escárnio pela humanidade, seria aceitável para crianças, adolescentes, jovens, adultos e bons velhinhos respectivamente.Quem ficará encarregado de fazer a classificação? Este é o grande problema!Cabe às próprias emissoras classificar seus programas? Ou caberá aos pais controlar, em casa, a programação da TV apropriada a seus filhos?Os pais farão as crianças sair da sala..., isto quando os pais estão presentes, ou seja, em casa. Foram ganhar a vida ou flanar pela noite. Geralmente o televisor não está na sala, está no quarto de cada um dos filhos, que o ligam e desligam (por controle remoto) e vêem o que bem entendem, madrugada a fora... Temos que contar, apenas, com a boa vontade do público-mirim, elevado à categoria de juiz de seus próprios atos.Afinal, os novos pagãos são muito práticos. Guardam fora do alcance dos pequeninos o álcool e os fósforos, os remédios e os desinfetantes, o Rodox e o mata-ratos. São coisas perigosas, venenos letais.Não pensam assim da televisão... (Izabel Ramos - RG: 4.779.639)
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